segunda-feira, 6 de outubro de 2014

E- mail Marketing como fazer

E- mail Marketing como fazer

Um dos grandes papéis do Marketing Digital é criar oportunidades de negócio para o time de vendas, ou seja, gerar Leads qualificados através do site.

Para isso, um erro que muitas empresas cometem é contar apenas com os formulários das páginas de contato ou do seu produto/serviço nessa missão.

Há excelentes oportunidades de geração de Leads qualificados através do que chamamos de “conversão indireta“, que é basicamente através da oferta de algo que seja relevante e com valor diferenciado para o potencial cliente.

Em troca, ele fornece para a empresa suas informações de contato, permitindo assim que seja engajado em campanhas de nutrição de Leads e, dependendo do seu perfil, abordado por alguém da área comercial.


5 tipos de conteúdo que funcionam para geração de Leads:

- E-books
Como ferramenta de marketing servem como isca para geração de Leads, pois funcionam muito bem para promover uma empresa como referência e tem uma ótima viralização nas mídias sociais.
É o tipo de conteúdo rico.

Os eBooks são conteúdos mais densos e completos enquanto whitepapers são mais curtos e focados em algum aspecto específico do tema.

- Whitepapers
Por outro lado, apesar de não apresentar exatamente os mesmos benefícios, é produzido com muito menos esforços e já é o suficiente para as pessoas aceitarem trocar seu contato pelo conteúdo.

Pense nos whitepapers como posts um pouco mais extensos.
Uma boa dica é construir conteúdo na linha do “as 10 coisas que você precisa saber sobre …..”.

Vale ressaltar que, caso sua empresa invista em Google Adwords e hoje só possua ofertas de conversão direta (ex. pedido de orçamento, saiba mais, etc.), 

Criar um whitepaper e direcionar parte do tráfego para lá é provavelmente é a coisa mais rápida que você pode fazer para aumentar a geração de Leads mantendo o mesmo investimento.

- Webinars
Seminário através da Web. A palavra é um neologismo da combinação entre Web + Seminar.

O Webinar tem benefícios interessantes. Pelo uso da voz (e ocasionalmente até da imagem), os webinars acabam tendo um toque mais pessoal que aproxima mais o potencial cliente da empresa com uso de apresentações em Powerpoint (que são disponibilizadas para as pessoas que assitiram online o evento).

Além disso, é muito mais rápido preparar alguns slides e falar por cima deles do que escrever todo o conteúdo de um eBook.

-Templates
Se sua empresa tem algum modelo de documento – apresentação, planilha, etc. – que esteja relacionado ao seu negócio e pode auxiliar no dia-a-dia do seu cliente, fornecê-lo para download também é uma boa oportunidade para geração de Leads.

- Ferramentas
Essa isca é mais útil (ou viável) para empresas de tecnologia, que podem criar alguma ferramenta específica e oferecê-la de forma gratuita para seus potenciais clientes.

Pode servir não só para geração de Leads, mas também para ajudar no processo de conversão e venda para uma ferramenta paga, já que ajuda o usuário passa a ter um “gostinho” de como será a experiência com o produto completo.

Observações importantes

As iscas já ajudam muito, mas para maximizar os resultados é importante lembrar de três coisas:
O primeiro é preciso transmitir segurança para o visitante, pois os dados não serão utilizados indevidamente e mostrar que o conteúdo de fato vale a pena.

O outro item que deve ser lembrado é que não basta apenas gerar os Leads. É preciso manter o relacionamento com o potencial cliente até que ele esteja pronto para compra.

Em suma, é necessário um alinhamento entre as áreas de Marketing e Vendas. Para que a equipe de Vendas perceba que os Leads sejam gerados na maior quantidade e qualidade possível, já que a equipe de Marketing precisa que os Leads não sejam traduzidos como “spams”.

Adaptado de: 
5 tipos de iscas para geração de Leads por Andre Siqueira. 
Disponível em http://resultadosdigitais.com.br/blog/5-tipos-de-iscas-para-geracao-de-leads/



quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Por que empresas precisam investir em marketing de conteúdo?

Por que empresas precisam investir em marketing de conteúdo?

A dinâmica de investimentos em marketing costuma seguir uma sequencia simples de passos.

Primeiro: hábitos de consumo de informação das pessoas são mudados por fatores culturais ou situacionais e elas passam a “adotar” novos meios de comunicação (como redes sociais, por exemplo);

Segundo: quando uma massa substancial de usuários já está trafegando intimamente por um novo meio, algumas empresas “arriscam-se” a testá-lo em seu mix de comunicação;

Terceiro: quando casos de sucesso finalmente saem dos guetos, comprovando a eficácia de um “novo” meio de comunicação; números maiores de empresas acabam se entregando a ele e ajustando todo o seu mix de marketing.

O mercado de redes sociais está nesse terceiro passo: são relativamente poucas as empresas que, hoje, não consideram como importante ter presença nas redes.

Mas essa “consciência coletiva”, por assim dizer, não significa que todas saibam exatamente porque devem investir, mas simplesmente que deixaram de questionar, ao menos publicamente, a importância desse investimento.

No entanto, quando se pergunta para muitos dos executivos porque criar e cultivar uma página no Facebook ou manter um blog corporativo com alto volume de atualização semanal, a maioria ainda não tem a resposta na ponta da língua.

E por que, então, se deve investir em conteúdo na Web?

O ROI do marketing de conteúdo é tão alto que fica difícil isolar uma única resposta.
As principais, no entanto, são já comprovadas por diversos estudos e casos de sucesso nos mais diversos mercados, servindo como uma base de argumentação praticamente inquestionável.

Hoje, a grande maioria das marcas busca se vincular a algum conceito que identifique os seus valores e as suas crenças.

A Coca-Cola, por exemplo, busca ser vista como sinônimo de “felicidade”.


Mas uma coisa é uma empresa de “autodefinir” – outra é o seu consumidor acreditar nessa definição e se identificar com ela, criando um elo emocional traduzido por aumento de ticket de consumo e fidelidade.

Conceitos de marca não são produzidos da noite para o dia: tal qual promessas, elas precisam ser comprovadas por ações.

E é aí que entra o marketing de conteúdo.

A Coca-Cola mantem uma página no Facebook com cerca de 80 milhões de fãs onde ela fala diariamente sobre “felicidade”, inspira pessoas, divulga ações como a Coca-Cola FM e assim por diante.

Centenas de milhares de usuários se identificam diariamente com a marca, curtindo, compartilhando ou comentando cada um de seus posts.

Some isso ao mix já existente de mídia em meios tradicionais e se consegue uma receita simples, complementando a propaganda com engajamento social (onde usuários comprovam entender, concordar e propagar essa definição).

Marketing de Busca

Quando se dissemina a marca por diversas redes e se produz conteúdo em alta escala, consegue-se um resultado praticamente matemático: estar mais presente nos resultados de buscas orgânicas feitas por usuários.

Quando se aparece em mais resultados no Google, consegue-se mais acessos ao site; e, com mais acessos, maiores são as chances de conversão prática, de venda.

E isso não é uma vantagem apenas para sites de e-commerce: afinal, a Web pode funcionar como ponto de tomada de decisão sem, necessariamente, ser o ponto de fechamento de negócios.

Quer um exemplo prático?

A construtora Tecnisa tem presença hoje em um blog e em redes como Facebook, Twitter, Pinterest. Google +, Youtube, FourSquare, SlideShare, FlickR e LinedIn, dentre outras.

O resultado desse volume de conteúdo em tantos locais distintos (e simultâneos) é matemático: em 2013, 40% de suas vendas foram originadas a partir da Web, incluindo mais de R$ 20 milhões a partir do Facebook.

Sinceridade vale mais do que propaganda...

A frase pode até ser considerada batida, mas ela (ainda) é muito verdadeira. Em quem, afinal, você confiaria mais? Em alguém se auto-elogiando ou em um terceiro confiável fazendo uma recomendação direta desse mesmo alguém?

Um levantamento feito pela Demand Metric ajuda a responder a essa pergunta: 90% dos usuários de Internet ouvem recomendações compartilhadas por amigos – enquanto 86% das pessoas “pulam” comerciais tradicionais de TV.

Conteúdo é a alma de uma marca
Em mercados supercompetitivos, a empatia de um usuário é fundamental na decisão de compra. ]

A não ser que se esteja falando de uma commodity, em que o elemento decisor é essencialmente preço, o conteúdo ajuda a aproximar os valores dos usuários à marca em si.

Segundo a Content Marketing Institute, 70% dos consumidores sentem-se mais próximos de empresas cujos conteúdos eles consomem.

Um outro estudo, da TMG Custom Media, detectou ainda que 78% dos usuários mostram-se mais dispostos a se engajar com empresas que fornecem a eles conteúdo útil.

Todo o marketing de conteúdo parte do princípio de que haverá usuários interessados na informação disponibilizada pela marca, seja ela inspiracional (como um post no Facebook) ou um artigo técnico de alta densidade.

Em muitos casos, as marcas se questionam por que alguém leria algo em seu site ao invés de em um sítio de um veículo especializado.

A resposta é muito simples: quando usuários buscam se aprofundar em um assunto específico, o limite da sua saciedade por informação varia de acordo com o seu interesse. 

Ou seja: ele dificilmente trocará um artigo em um veículo por um post feito por uma marca, mas acabará lendo ambos.

E mais: dependendo de como o usuário fizer a busca no Google, é possível que ele chegue antes ao conteúdo da sua marca do que no de um grande portal de conteúdo.

Para exemplificar esse tópico, segue um dado bem prático da Hubspot: empresas que blogam regularmente conseguem 55% mais visitantes em seus sites do que empresas que não blogam.

E o custo?

Em resumo, marketing de conteúdo comprovadamente gera mais empatia, comprova a promessa de uma marca e induz o seu usuário preferi-la em relação aos seus competidores.

Mas a que custo? Propaganda tradicional não seria mais barato? Não.

Segundo a Demand Metric, marketing de conteúdo custa 62% a menos que o marketing tradicional – e gera, em média, o triplo de resultados.

O momento, agora, é claramente outro: já passou da hora de questionar a eficácia de marketing de conteúdo, fazer as contas óbvias e aumentar o investimento em um modelo cujo ROI está mais do que comprovado.

Adaptado de: http://idgnow.com.br

domingo, 17 de agosto de 2014

Principais passos sugeridos para elaboração de um trabalho científico

Principais passos sugeridos para elaboração de um trabalho científico


Busque artigos, livros, revistas científicas, jornais, material eletrônico e afins.
Você pode acessar portais de universidades na procura de artigos científicos, dissertações e teses. Logo, baixe os conteúdos que se aproximam do seu tema de estudo e leia no final as referências bibliográficas (desses trabalhos), pois alguém, com certeza, já escreveu sobre o assunto (tema) de sua proposta de estudo, mesmo que seja em língua estrangeira.

Faça fichas bibliográficas, tenha o máximo de cuidado em copiar todos os dados da obra no seu computador ou mesmo em pequenas fichas de papel como fazia Umberto Eco (em seu clássico livro: Como Se Faz Uma Tese. Editora: Perspectiva, 2001)

Não leia conteúdo com mais de 10 anos, pois o Estado da Arte (ou seja, as últimas teorias sobre o assunto) pode apresentar desatualização. Tenha em mente que a Banca Avaliadora do seu trabalho é composta por estudiosos da área de estudo.

Na leitura do material escolhido
Sublinhe as partes importantes. Procure o tópico frasal de cada parágrafo, aquela frase que apresenta a ideia central do parágrafo. Marque-a. No final leia todas as marcações e note a coesão e coerência das ideias de quem escreveu o texto.

Faça cópia das partes importantes na sua leitura.
Não tenha medo de copiar trechos de outros autores. É mandatório que você cite a fonte (assim ninguém poderá dizer que há plágio de sua parte).

Dica: imediatamente ao escrever uma citação, vá direto para a seção (no final) referente as referências bibliográficas e escreva conforme manda o manual o autor (res), nome; cidade; editora, ano. Lembre-se que o avaliador sempre lê as referências e respectivas citações.

Pense no seu trabalho em termos de estrutura.
Faça uma sequencia lógica dos assuntos (quantos capítulos? Um? Vários? Quais serão?) e lembre-se que o seu texto é para a leitura de qualquer tipo de leitor (nem todo mundo sabe as entrelinhas e termos da área de seu estudo).

Seja objetivo, falando claro para todas as pessoas, sem ser erudito ou popularesco na sua linguagem. Simplifique.

Depois de esquematizada a proposta de trabalho
Com a proposta da introdução; embasamento teórico; método; conclusão, escreva  sem preocupações cada sessão. Comece e termine cada passo. Não misture as ideias.

Dica: Releia o que escreveu. Refaça as partes que não lhe agradam e as demais correções de que o texto necessitar. Peça para uma segunda pessoa ouvir sua leitura do texto. Se não soar bem aos ouvidos é porque precisa ser reescrito. Se estiver cansado, pare. Retorne ao texto depois de ter descansado ou ter ido ao lazer... Uma mente descansada faz milagres.

Escreva a conclusão.
É o resultado do assunto desenvolvido através dos capítulos. Apresentação das conclusões correspondentes aos objetivos ou hipóteses iniciais da pesquisa e da discussão provocada no desenvolvimento da monografia, se for o caso.

Faça o sumário conforme o trabalho desenvolvido.
Copie-o das partes existentes no corpo do trabalho. Cuide da numeração das páginas no sumário. Elas devem refletir o que está no trabalho. Também reveja minuciosamente as referências utilizadas e aponte a bibliografia consultada, se necessário.

Faça uma cópia impressa e em disquete ou CD.
Entregue sempre a cópia, nunca o original. É possível que um trabalho seja perdido ou que ocorra algum defeito em seu computador. No dia da defesa, se houver, leve seu original consigo.

Dica: Use a nuvem (cloud) do G-mail (Google drive) ou Hotmail (One drive) que salvam automaticamente seu trabalho sem vírus e necessidade de armazenamento no seu computador (ao menos você fica protegido...mesmo sem a formatação do Word).


Depois de receber o seu trabalho de volta, comente os erros e os acertos com no professor, se ele não fizer isto de forma natural. 
Os trabalhos exigidos e desenvolvidos devem estar a serviço de um objetivo maior que é o conhecimento e o desenvolvimento intelectual do aluno. Tenha uma atitude positiva. Ninguém agrada a todos.