domingo, 16 de abril de 2017

O poder do uso natural de interface

The Power of the Natural User Interface

O poder do uso natural de interface
Tradução livre de Sérgio Duarte.


Jogamos alguns dos jogos do Xbox 360 Kinect em minha casa e é difícil de transmitir o quão incrível é quando você se encontra imerso no meio de um jogo, e como é divertido para toda a família jogar junta, onde não apenas controlamos as ações de maneiras completamente naturais, mas na verdade nos somos a ação.

O Kinect é um dispositivo de entrada sensível ao movimento que é uma nova maneira revolucionária de jogar usando seu corpo e voz em vez de um controlador.

Em vez de jogarmos  um jogo de futebol dominando uma série de comandos de botão que não têm nada a ver com o futebol, você joga usando seus pés, cabeça, corpo e, se você é o goleiro, suas mãos.

Para jogar ping-pong, você move sua mão do jeito que você faria se estivesse jogando na garagem com uma mesa de pingue-pongue, uma bola e uma raquete.

O Kinect é uma realização técnica notável. Ele detém o Guinness para o dispositivo eletrônico de consumo mais vendido de todos os tempos, com 8 milhões de unidades vendidas nos primeiros 60 dias em que estave à venda.

Ele tem a capacidade de levar câmeras de vídeo, microfones e sensores de profundidade, e reuni-los para o reconhecimento dos usuários.

Entendendo e antecipando movimentos – em 30 quadros por segundo – Isto é fenomenal!

Ele é muito mais do que apenas uma tecnologia de videogame - é o exemplo mais avançado de uma onda de novos avanços que estão permitindo que as pessoas interajam com a tecnologia de maneiras inteiramente novas.

Uma das mais importantes tendências atuais na tecnologia digital é o surgimento de interface de usuário natural, ou NUI.

Nós tivemos coisas como tela de toque e reconhecimento de voz por um tempo agora. Mas com o Kinect, estamos vendo o impacto quando as pessoas podem interagir com a tecnologia da mesma maneira que interagem uns com os outros.

Estou convencido de que esta é uma tecnologia de transformação.

Até agora, sempre tivemos que nos adaptar aos limites da tecnologia e conformar a maneira como trabalhamos com computadores a um conjunto de convenções e procedimentos arbitrários.

Com a NUI, os dispositivos de computação se adaptarão às nossas necessidades e preferências pela primeira vez e os seres humanos começarão a usar a tecnologia de qualquer maneira que seja mais confortável e natural para nós.

Isso tem profundas implicações.

No nível mais básico, isso significa que as pessoas serão capazes de usar a tecnologia sem qualquer conhecimento especial ou treinamento.

Ferramentas avançadas de computação que só podem ser usadas por especialistas com habilidades altamente especializadas hoje estarão disponíveis para qualquer pessoa em um futuro não muito distante.

Ainda mais importante, NUI significa que as pessoas que podem não ter mesmo as habilidades de alfabetização mais básicas serão capazes de tirar proveito de alguns dos benefícios da tecnologia digital e da era da informação pela primeira vez.

O sensor de movimento da Kinect e as tecnologias de controle de voz também têm o potencial de tornar os computadores mais acessíveis a pessoas com deficiências físicas e cognitivas.

Um número surpreendente de pesquisadores acadêmicos e outros estão explorando o uso do aparelho de forma que nunca imaginamos.

No Reino Unido, por exemplo, os cientistas estão desenvolvendo robôs usando a tecnologia de sensor de movimento barata (mas sofisticada) da Kinect para procurar sobreviventes em edifícios potencialmente instáveis após um terremoto.

Pesquisadores de Seattle estão explorando-o  na medicina, onde cirurgiões tem um senso "virtual" de toque durante procedimentos cirúrgicos.

É emocionante pensar sobre as muitas maneiras que uma interface de usuário natural será usada, inclusive por pessoas com pouco conhecimento de tecnologia, para aproveitar o poder da computação e da Internet.

Bill Gates, em outubro de 2011.

domingo, 2 de abril de 2017

Exclusivo - Rádio Globo faz pesquisa de mercado.

Rádio Globo faz pesquisa de mercado

Depois de uma semana intensa com muita gente reclamando da saída de Antônio Carlos, Padre Marcelo Rossi, Canázio e outros "Air-personalities" da Rádio Globo. O Sistema Globo de Rádio-SGR- foi em busca de informação para decidir o que vai fazer com a sua futura grade de programação.

Nós Radialista com muitos anos de experiência, eu por exemplo comecei em maio de 1980 sob o comando do Sr. Mário Luiz (diretor geral) e Jaime Azulay (responsável pelas pesquisa e Inteligência de mercado), acreditávamos em nossos cometários na WEB, na semana passada, que os atuais dirigentes do SGR pelo menos soubessem o que iriam fazer em maio de 2017... Um engano! Eles ainda tem muitas dúvidas...

A Globo ainda em processo de tomada de decisão...

A busca de informação do SGR tem sido processada através de uma pesquisa pelo instituto NICEQUEST (uma empresa espanhola) com o título: Pesquisa Valonia.

Para responder ao questionário da pesquisa e aceder ao mesmo, o respondente (o sujeito da pesquisa, para entendimento dos meu alunos) teve que informar se o mesmo escutava uma das seguintes emissoras do Rio de Janeiro: Tupi, Globo, CBN, Globo, JB... E como em casa de radialista, escutamos muitas emissoras... Seguem algumas perguntas do questionário com EXCLUSIVIDADE ao longo deste post.

Antes, é importante informar ao leitor que o procedimento anterior ao questionário foi a de uma audição de um pequeno piloto de 5 minutos apresentado por Flávia Oliveira e Fernando Ceylão com uma simulação de um programa ao vivo com a participação de André Rizek do Sportv entre outros.

A primeira pergunta foi: - ESTE PROGRAMA TE FARIA ESCUTAR A RÁDIO GLOBO, OU CASO SEJA OUVINTE, TE FARIA ESCUTAR MAIS A RÁDIO GLOBO?


Quais são as chances de você escutar a Rádio Globo no futuro?


Percepção do formato de programação


Nome do programa



E aí... As perguntas foram bem elaboradas? 

sexta-feira, 31 de março de 2017

Os investimentos nacionais em publicidade digital em 2016 somaram R$ 11,8 bilhões.

Os investimentos nacionais em publicidade digital em 2016 somaram R$ 11,8 bilhões. O levantamento é do Interactive Advertising Bureau (IAB) Brasil, feito com dados da ComScore. Foram consideradas para a pesquisa informações obtidas com compradores e vendedores de mídia que incluem veículos, adnetworks, agências e outras empresas que compõem o cenário de mídia nacional.
As recentes polêmicas envolvendo o Google e anunciantes na Europa e nos Estados Unidos não entram, neste momento, na conta, mas podem ter reflexo futuro. “Estamos acompanhando o caso que está ocorrendo nos EUA e Reino Unido, as estimativas que fizemos para 2017 de crescimento de 26% pode ser revista caso haja um impacto no mercado brasileiro”, afirma Cris Camargo, diretora do IAB-BR.
“Apesar da proporção desse assunto, o mercado digital consegue reagir rápido e dar ferramentas aos anunciantes para garantir segurança”, diz  Cristiano Nóbrega, presidente do IAB-BR. O setor vive um processo de aprimoramento que inclui fornecer segurança para que os anunciantes comprem melhor, acrescenta.
Números
O resultado está acima do crescimento que a empresa havia projetado, de R$ 10,1 bilhões. Quando detalhado, o investimento em digital é dividido da seguinte forma: vídeo foi responsável por R$ 2.2 bilhões, 19% do total, enquanto display e social responde por R$ 3.8 bilhões, total de 32,5% e search representa R$ 5.7 bilhões, 48,5% do montante.
O investimento em programática foi de R$ 1,9 bilhão representando 16,5% do total geral de digital. “‘Numero bastante significativo na medida que já temos maturidade dos anunciantes e agências para comprarem programatica”, diz Cristiano. De acordo com a entidade, a estimativa de crescimento para o ano de 2017 é de 26% chegando a um total de R$ 14,8 bilhões.
O levantamento mostra que o digital cresceu a despeito do cenário de crise e redução de investimentos em outras modalidades de mídia. O levantamento aponta que no Reino Unido a queda no investimento total em mídia foi de 11,2% no ano passado. As únicas duas categorias que cresceram foram digital e cinema com alta de 4,2% e 7,6% respectivamente.
No comparativo global, os Estados Unidos investiram US$ 83 bilhões em digital no ano passado registrando alta de 40%, já no Reino Unido esses investimentos foram de US$ 14,7 bilhões, alta de 58%.
Conteúdo
Durante a apresentação dos números do mercado brasileiro, realizada na manhã desta terça-feira, 29, na sede da IAB-BR em São Paulo, também se abordou a questão das notícias falsas em plataformas digitais, outro assunto que tem circulado com força no mercado. “O mercado já tem criado ferramentas para mapear e combater fake news. Isso vai ajudar o a lidar com esse tema que é parte da agenda”, afirma Cris Camargo.
Luciana Burger, diretora-geral da ComScore no Brasil, destaca que a prioridade é calcular métricas e investimento publicitário. “Não julgamos o conteúdo, mas percebemos crescimento de alguns sites que nos chamaram atenção”, afirma. “As pessoas precisam entender que não se compra audiência na 25 de março”, complementou Cris, do IAB-BR, sobre a necessidade de publishers e outros outlets buscarem qualificar seu público.
Fonte: Meio & Mensagem