quarta-feira, 4 de maio de 2016

Saiba como criar personagens para ganhar mercados

Saiba como criar personagens para ganhar mercados

fonte: Resultados Digitais




Quem trabalha com marketing, publicidade ou já anunciou na mídia, certamente foi questionado alguma vez sobre quem é o público-alvo da empresa.

Isso porque compreender o comprador é fundamental não só para o desenvolvimento de produtos, mas também para a produção de conteúdo que orientará a aquisição de novos clientes.

Na produção de material para o blog ou para as redes sociais de uma empresa utilizamos um recurso interessante que facilita o direcionamento dos temas: a criação de uma Persona, ou seja, a definição do cliente típico, com todas as principais características dos compradores.


O que é Persona

Uma boa definição de persona passa justamente pelo contato com o seu público-alvo, de modo que em uma rápida análise você possa identificar características comuns entre os potenciais compradores.

Se você possui uma base de clientes, esse será o lugar perfeito para começar suas investigações. Mesmo que você tenha perfis diferentes de pessoas ou empresas que consumiram seu produto, alguns deles tendem a exemplificar a sua Persona.

Uma dica importante é focar tanto em clientes satisfeitos quanto insatisfeitos. Em ambos os casos, você certamente aprenderá algo sobre a percepção do seu produto e quais desafios seus clientes estão encarando.


Questões que vão ajudar a definir uma Persona

Depois de levantar algumas informações, você vai precisar orientar-se pelo perfil de seu cliente típico, ou seja, pela maioria, para responder a algumas questões que vão ajudar a definir o perfil comportamental de sua Persona:

– Quem é o seu potencial cliente? (características físicas e psicológicas do responsável pela compra)
Que tipo de assunto interessaria para ele sobre o seu setor?

– Quais são as atividades mais comuns que ele realiza (tanto pessoalmente quanto profissionalmente)?

– Qual seu nível de instrução? Quais seus desafios e obstáculos?

– Que tipo de informações ele consome e em quais veículos?
– No caso de produtos B2B, qual é o tipo de empresa que compra a sua solução? E qual o cargo de quem compra?

– Quem influencia suas decisões?

Resumindo: você precisa ter em mente o que a pessoa responsável pela compra de seu produto ou serviço busca na área de atuação de sua empresa.
Pense nos assuntos em que ela pode estar interessada, como por exemplo os problemas que ela enfrenta no dia-a-dia relacionados ao seu setor.

Uma vez encerrado esse processo, você terá uma boa quantidade de dados brutos sobre os potenciais consumidores.

Como criar a sua Persona
O próximo passo é detalhar o perfil do cliente a partir das respostas obtidas. Com isso, você poderá unificar as informações e elaborar o personagem em um documento a ser disponibilizado para todos na empresa que possam se beneficiar do estudo que você fez.

Ao finalizar o processo, você pode (até) dar um nome para a sua persona.

Isso facilitará os debates internos colocando o persona como alvo: “Mas você acredita que o João Carlos se interessaria por isso?”.

Outra possibilidade um pouco além é utilizar algum modelo gráfico para representar a persona.
Para ilustrar isso um pouco melhor  demonstramos a seguir uma criação que desenvolvemos com o pessoal do Blog da SipPulse, empresa que fornece software de telefonia de alto volume para operadoras e entidades governamentais.


O nome escolhido para a persona foi João Pulse.


terça-feira, 26 de abril de 2016

Flamengo cometeu erro de projeto...

Flamengo cometeu erro de projeto...

Quando estudamos a gestão de projetos, entendemos que todas as ações devem ser estudadas e discutidas com sua equipe com muita antecedência. Até por que o inusitado pode acontecer...

Projetos podem ser como construir pontes ou simplesmente atrair à atenção do grande público em estádio em oportunidades de mídia ou anúncios de oportunidade. E algumas oportunidades são perdidas e transformadas em desastres...

Por exemplo, todos os anos, a TV americana nos apresenta no intervalo comercial do Superbowl uma chamada para a TV que custa em média um milhão de dólares em apenas 30 segundos !

Estou falando dos jogos das finais do futebol americano. E quem não lembra da polêmica presença de Janet Jackson quando deixo os mamilos de fora...



Aqui, na Amazônia, no último domingo, em um jogo decisivo para Flamengo e Vasco, além da rivalidade entre os grandes times de futebol do Rio de Janeiro, uma cena roubou a atenção dos telespectadores do jogo na arena amazônica: a entrada dos jogadores do Flamengo ao estilo dos jogadores de Rugby que de forma truculenta deixaram para atrás um grupo de criança, que tinha a esperança de entrar no gramado com os seus ídolos ou talvez dos pais, que compraram o título de sócio torcedor que dizia o seguinte:


Veja que no texto estava escrito que estavam abertas vagas para as crianças entrarem em campo !!!

E para piorar na segunda-feira o presidente do clube apoio o não cumprimento desta promessa ao consumidor de Manaus. Um crime previsto no código de defesa do consumidor.

Mais um erro de projeto !

Talvez, o presidente Bandeira de Mello deveria tomar umas aulas com Eurico Miranda, que em 2000 entrou em jogo de transmissão exclusiva da TV Globo com a logomarca do SBT, com mais de duas horas de exposição em época que não existiam as redes sociais.


terça-feira, 12 de abril de 2016

Publicidade na Internet tem retorno?

Publicidade na Internet tem retorno?


Começamos com uma provocação esta postagem: - "Será que houve uma segunda bolha digital, a exemplo daquela que estourou em 2000, produzindo estragos desastrosos e jogando sombras sobre a internet como mídia"? A resposta: - certamente, não. 

A maioridade da internet no Brasil alcançou a maioridade, mesmo alguns empresários não tenho percebido isto.

Um dos principais motivos, certamente, é a sua estruturação como mídia organizada e relevante para a veiculação de publicidade.

Como exemplo, vemos as tecnologias digitais que permitem a inserção até de filmes interativos, com qualidade audiovisual igual à da tevê. 

Os sites e portais estabelecem departamentos de mídia organizados. 

As formas de mensuração do retorno da publicidade on-line estão muito mais completas. É possível saber, em tempo real, quanto tempo uma pessoa assistiu a um comercial e até de que forma.

E quando anunciantes do porte do McDonald´s anunciaram, recentemente, que investiriam mais em publicidade na internet do que na tevê é um sinal claro de que as coisas mudaram. Lá no Reino Unido, há tempos que as pessoas gastam mais tempo na World Wide Web do que em frente ao monitor de TV.

Sendo assim, já podemos afirmar que a propaganda na internet funciona e tem alto retorno.

Os links patrocinados

O grande “popularizador” da publicidade digital e da mídia internet são os links patrocinados. 

E é simples, pois o mecanismo de associar informação com publicidade é algo extraordinário e muito simples de ser feito.

Logo, o próprio cliente cria o seu anúncio, define as palavras-chave que exibirão o seu comercial. E só paga pelo clique. 

Os links patrocinados são uma forma didática de apresentação dos recursos da propaganda na internet.

A audiência

O crescimento no Brasil da publicidade na internet faz parte de uma conta simples. Somos milhões de brasileiros (15% da população) com acesso à internet comercial, um público formado em sua maioria pelas classes A e B.

E vemos um grande contra-senso a internet atrair menos de 8% de toda a verba publicitária.

A audiência na internet é multicanal, está em vários lugares. 

Se você duvida ainda, pergunte a quem faz campanha na internet...