domingo, 8 de janeiro de 2017

Marketing de Atração é uma boa ideia?

Marketing de Atração é uma boa ideia?



Ainda vemos empresas que lidam com canais antigos que, já deixaram de funcionar, já que a propaganda de massa em veículos de massa vem perdendo seus efeitos e resultados nos ditos momentos de crise... 

Por exemplo, os comerciais de 30 segundos estão perdendo espaço cada vez mais...

Além do preço alto que se paga por uma inserção, na dúvida que o cliente assistiu  o anúncio, realmente,  no programa de TV ou ouviu na emissora de rádio. A crise, novamente; está rondando as emissoras de radiodifusão. Basta acompanhar o que vem acontecendo com as rádios Globo e Tupi, ambas com mais de 50 anos de mercado e alguns canais de TV...

Em suma, o cenário está mudando tanto para a turma das agências de propaganda, quanto para os veículos de comunicação.Todos precisam repensar seus modelos de comunicação com as inquestionáveis Tics - as tecnologias da informação e comunicação, que hoje estão dando  um "tic-tic" nervoso em todos os que mexem com a propaganda e vivem dela. 

O que há de novo, é que mais empresas estão descobrindo o potencial do Inbound Marketing,


O que seria Inbound Marketing ou Marketing de atração?

É uma uma forma de publicidade on-line na qual uma empresa se promove através de blogs, podcasts, vídeo, eBooks, newsletters, whitepapers, SEO e outras formas de marketing de conteúdo.

O conteúdo é a alma do negócio ! 
Antigamente dizíamos que a Propaganda é a alma do negócio. Os mais velhos se lembram deste mote.E a coisa mudou...

Agora junte a este cenário a necessidade das agência de propaganda tradicionais e digitais (ou híbridas) em bater metas com uma equipe enxuta e orçamento limitado. Dá para se notar que não está fácil para ninguém.

É preciso se reinventar o tempo todo e encontrar formas criativas de maximizar o alcance e a efetividade de cada investimento.

Uma das novas formas , é recorrer para uma ação a uma tática que, apesar do novo nome, já existe há muito tempo: o Co-Marketing.

Co-Marketing?

Bem, Co-Marketing de forma resumida, é uma das estratégias mais capazes de dar alavancagem de uma empresa no curto prazo e gerar muito mais Leads (as chances de vendas pela internet) sem qualquer investimento extra.

Como?
Como o nome sugere é um marketing compartilhado. Seria permuta de produtos ou serviços, antes que os mais antigos se exalte na leitura deste texto?

Não.

Basicamente, são duas empresas que têm um mesmo público como alvo, que alinhando seus interesses e esforços criam juntas, um impacto que não conseguiriam ter sozinhas através de conteúdo comum.

Por isso não é permuta, pois é sinergia: pura atração! 

Como atrair clientes em comum?

Podem ser feitas mensagens - posts, infográficos, eBooks (livros digitais) e muitas outras formas de interesse em conjunto. 

Por exemplo, pense, em  companhias aéreas e locadoras de veículos que se juntam para lançar guias turísticos de diversas cidades: e oferecê-los às pessoas pela web.  

Diferentemente, das permutas que foram muito utilizados no século passado, como por exemplo, assine a revista Veja e ganha uma passagem aérea, o cliente é atraído pelo conteúdo de interesse.

A tática do marketing de atração é de que os dois lados recebam esses contatos (os Leads que podem gerar negócios) e assim se beneficiem de uma divulgação combinada de interesses para as empresas e seus potenciais clientes.

É mais que criar anúncios criativos de 30 segundos para a TV e o Rádio. 

Já pensou nisto?

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Do engajamento ao viewability: como a internet influenciou a medição de publicidade

Do engajamento ao viewability:
como a internet influenciou a medição de publicidade

Por José Calazans – Presidente do Comitê de métricas do IAB Brasil e Vitor Belotte – Presidente do Comitê de Viewability do IAB Brasil .

Desde 2006, os americanos têm uma definição bem abrangente para ações de engajamento de marca.
A Advertising Research Foundation oficializou o ‘Engagement’ como qualquer comunicação de uma marca que melhora atitudes e sentimentos dos consumidores ou provoca mudanças positivas no consumidor em relação a uma marca dentro de um contexto.

Nos últimos anos, estudos vêm mostrando como o comportamento do consumidor é influenciado pelo mundo digital.

O próprio modelo de funil de conversão, criado em 1898, estabelecido em 1925 e ressignificado nos anos 60, teve de ser redesenhado em 2007, pela Forrester, e em 2009, pela McKinsey, que introduziu a ideia de jornada do consumidor.

Também vimos, por exemplo, o clique perder importância, porque não conseguia correlacionar com pontos do funil de conversão, enquanto ascenderam outras métricas, como impressões entregues, desde que haja algum filtro que mostre que ao consumidor foi dada a mínima oportunidade de ver a peça.

Em 2011, associações americanas como a de agências, a de anunciantes e também a IAB (Interactive Advertising Bureau) reuniram-se para criar, juntamente com o MRC (Media Rating Council), um órgão para definir melhor métricas de mídia em um mundo tão digitalmente fragmentado.

O novo órgão, chamado 3MS (Making Measurement Make Sense), nasceu com a missão de definir padrões de mensuração cruzados on e off-line e revolucionar a forma como a mídia digital é medida, planejada e negociada em toda a indústria da publicidade, a fim de torná-la um meio mais valioso para todos os envolvidos em divulgação de marca.


Um desses padrões é a adoção do viewability. E, afinal, o que é ele?

A definição de Viewable Impression segundo MRC, e adotada pelo IAB, é que um banner deve estar com no mínimo 50% de sua área total aparente na tela ativa do usuário por pelo menos 1 segundo. Para vídeo, esse tempo dobra.

Agora, um desafio, clique em uma imagem e a deixe por apenas um segundo na tela. Depois, mude para outra janela.

E então, viu o banner?

Nas palestras e webinars que oferecemos na IAB, a maioria diz "não", "não deu tempo", "não consegui".

Mas e quando você está na rua andando e mexendo no celular, você já deve ter passado por várias anúncios em pontos de ônibus, certo?

E, quando, mesmo com o rádio ligado, se não está tocando "aquela música", e você está conversando com a pessoa ao lado? Por último, a situação clássica do telespectador que "nos reclames do plim-plim" foi ao banheiro?

Essa e outras situações são bastante comuns em nossa rotina, tanto que em muitos casos nem percebemos.

O que diferencia a internet de todas as demais mídias é exatamente a possibilidade de medição. E, quando falamos de Viewability, estamos falando da "oportunidade"!

A oportunidade de chamar a atenção do usuário para sua marca, seu anúncio, seu produto, sua promoção, talvez. Mas essa oportunidade será perdida se o criativo for ruim, se ele não estiver competindo com inúmeros outros pela atenção do usuário, se a audiência não for a correta, e, assim, por diante.

Outras métricas entram em jogo, como mouse over, play, áudio on, complete view, clique, aquisição, entre outras.

Analise as demais métricas que fizerem sentido para cada campanha específica, e não apenas o Viewability isoladamente.

Desta forma, sim, Viewability será a oportunidade que vai gerar engajamento e os resultados que as marcas buscam no meio digital.


Fonte: http://iabbrasil.net/artigo/do-engajamento-ao-viewability-como-a-internet-influenciou-a-medicao-de-publicidade

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Saiba como criar personagens para ganhar mercados

Saiba como criar personagens para ganhar mercados

fonte: Resultados Digitais




Quem trabalha com marketing, publicidade ou já anunciou na mídia, certamente foi questionado alguma vez sobre quem é o público-alvo da empresa.

Isso porque compreender o comprador é fundamental não só para o desenvolvimento de produtos, mas também para a produção de conteúdo que orientará a aquisição de novos clientes.

Na produção de material para o blog ou para as redes sociais de uma empresa utilizamos um recurso interessante que facilita o direcionamento dos temas: a criação de uma Persona, ou seja, a definição do cliente típico, com todas as principais características dos compradores.


O que é Persona

Uma boa definição de persona passa justamente pelo contato com o seu público-alvo, de modo que em uma rápida análise você possa identificar características comuns entre os potenciais compradores.

Se você possui uma base de clientes, esse será o lugar perfeito para começar suas investigações. Mesmo que você tenha perfis diferentes de pessoas ou empresas que consumiram seu produto, alguns deles tendem a exemplificar a sua Persona.

Uma dica importante é focar tanto em clientes satisfeitos quanto insatisfeitos. Em ambos os casos, você certamente aprenderá algo sobre a percepção do seu produto e quais desafios seus clientes estão encarando.


Questões que vão ajudar a definir uma Persona

Depois de levantar algumas informações, você vai precisar orientar-se pelo perfil de seu cliente típico, ou seja, pela maioria, para responder a algumas questões que vão ajudar a definir o perfil comportamental de sua Persona:

– Quem é o seu potencial cliente? (características físicas e psicológicas do responsável pela compra)
Que tipo de assunto interessaria para ele sobre o seu setor?

– Quais são as atividades mais comuns que ele realiza (tanto pessoalmente quanto profissionalmente)?

– Qual seu nível de instrução? Quais seus desafios e obstáculos?

– Que tipo de informações ele consome e em quais veículos?
– No caso de produtos B2B, qual é o tipo de empresa que compra a sua solução? E qual o cargo de quem compra?

– Quem influencia suas decisões?

Resumindo: você precisa ter em mente o que a pessoa responsável pela compra de seu produto ou serviço busca na área de atuação de sua empresa.
Pense nos assuntos em que ela pode estar interessada, como por exemplo os problemas que ela enfrenta no dia-a-dia relacionados ao seu setor.

Uma vez encerrado esse processo, você terá uma boa quantidade de dados brutos sobre os potenciais consumidores.

Como criar a sua Persona
O próximo passo é detalhar o perfil do cliente a partir das respostas obtidas. Com isso, você poderá unificar as informações e elaborar o personagem em um documento a ser disponibilizado para todos na empresa que possam se beneficiar do estudo que você fez.

Ao finalizar o processo, você pode (até) dar um nome para a sua persona.

Isso facilitará os debates internos colocando o persona como alvo: “Mas você acredita que o João Carlos se interessaria por isso?”.

Outra possibilidade um pouco além é utilizar algum modelo gráfico para representar a persona.
Para ilustrar isso um pouco melhor  demonstramos a seguir uma criação que desenvolvemos com o pessoal do Blog da SipPulse, empresa que fornece software de telefonia de alto volume para operadoras e entidades governamentais.


O nome escolhido para a persona foi João Pulse.