segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Como escrever uma resenha crítica

Como escrever uma resenha crítica


Uma resenha deve ir direto ao ponto, mesclando momentos de pura descrição com momentos de crítica direta.

No entanto, sendo um gênero necessariamente breve, é perigoso recorrermos ao erro de sermos superficiais demais.

Nosso texto precisa mostrar ao leitor as principais características do fato cultural, sejam elas boas ou ruins, mas sem esquecer-se de argumentar em determinados pontos e: nunca usar expressões como “Eu gostei” ou “Eu não gostei”. Sua resenha deve apresentar imparcialidade, atitude científica e privilegiar o essencial.

Ela deve possuir as mesmas qualidades de estilo imprescindíveis a todo texto escrito, como: simplicidade, clareza, concisão, propriedade vocabular, precisão vocabular, objetividade e impessoalidade.

Imparcialidade
O resenhista deve julgar as ideias da obra sem paixão, devendo posicionar-se criticamente como um juiz e apresentar tanto os aspectos positivos quanto os negativos da obra.

Cientificidade
A resenha, assim como todo trabalho acadêmico, deve ter cunho científico, ou seja: estar em conformidade com as exigências de objetividade e impessoalidade.

Privilegiar o essencial
Você deve falar apenas do que é mais importante na obra, pois seu leitor raramente estará interessado em muitos detalhes ou em partes menos importantes.

Dica: “é necessário respeitar o tempo que ele está reservando para ler seu texto”.


Tipos de resenhas

A mais conhecida é a resenha acadêmica ou universitária, que apresenta moldes bastante rígidos, responsáveis pela padronização dos textos científicos. Ela, por sua vez, também se subdivide em resenha crítica, resenha descritiva e resenha temática.

Na resenha acadêmica crítica, os passos a seguir formam um guia ideal para uma produção completa:

a)    Identifique a obra: coloque os dados bibliográficos essenciais do livro ou artigo que você vai resenhar;

b)   Apresente a obra: situe o leitor descrevendo em poucas linhas todo o conteúdo do texto a ser resenhado;

c)    Descreva a estrutura: fale sobre a divisão em capítulos, em seções, sobre o foco narrativo ou até, de forma sutil, o número de páginas do texto completo;

d)   Descreva o conteúdo: Aqui sim, utilize de 3 a 5 parágrafos para resumir claramente o texto resenhado;

e)    Analise de forma crítica: Nessa parte, e apenas nessa parte, você vai dar sua opinião. Argumente baseando-se em teorias de outros autores, fazendo comparações ou até mesmo utilizando-se de explicações com referências (comprovadas);

f)    Identifique o autor: Cuidado! Aqui você fala quem é o autor da obra que foi resenhada e não do autor da resenha (no caso, você);

g)   Assine e identifique-se no último parágrafo você escreve seu nome e fala algo como “Acadêmico do Curso de Letras da Universidade de Caxias do Sul (UCS)”

Passos preliminares

Passo 1: conhecer o objeto que será resenhado.
Dica: uma leitura rápida, com o objetivo de conhecer a obra como um todo (não faça anotações e nem sublinhe nada).

Passo 2: releitura
Dica: é nessa etapa que devemos, lentamente, analisar aspectos mais pontuais da obra que será alvo da resenha. Use a técnica de sublinhar, fazer esquemas com as ideias principais (tanto da obra quanto de cada capítulo) e tente estabelecer relações entre tudo isso.

Passo 3: parar para pensar
Dica: muitos já começam a escrever a resenha logo após a leitura do material. Isto é ERRADO!

Você deve parar um tempo para pensar sobre tudo, rever suas anotações, formar uma opinião e, quem sabe, até buscar outras fontes que tratem dos mesmos assuntos, para poder fazer contrapontos em seu texto (se possível, essa pausa deve durar mais de 24h, mas não ultrapasse as 72h para que as ideias não lhe fujam da memória).

                                                                          Original de André Gazola com edição de Sérgio Duarte
Fonte: http://www.lendo.org


quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Sandálias Havaianas com gosto de picolé da Kibon

Sandálias Havaianas com gosto de picolé da Kibon.



Parceria entre empresas foram o  assunto do nosso último post, que tratou do conceito do co-marketing.

E vamos a um exemplo super atualizado.

Para este verão, um dos mais quentes do Brasil, a agência de propaganda AlmapBBDO criou modelos de Havaianas inspirados em picolés Fruttare, da Kibon. 

As estampas fazem referência aos 3 sabores preferidos dos consumidores: uva, limao e morango.

Além das sandálias, os picolés destes sabores serão comercializados em embalagens especiais com a mesma estampa das sandálias. 

Quem comprar um picolé Fruttare em qualquer ponto de venda do Brasil concorre a uma dessas sandálias especiais da coleçao Verao 2017. 

Para completar a ação, quiosques temáticos de Havaianas instalados em diversas praias brasileiras venderão os 3 modelos, que também poderão ser encontrados nas lojas Havaianas e na loja online. 

A AlmapBBDO também desenvolveu a ambientação da loja-conceito da marca em São Paulo e realizará campanha digital para divulgar a ação.

domingo, 8 de janeiro de 2017

Marketing de Atração é uma boa ideia?

Marketing de Atração é uma boa ideia?



Ainda vemos empresas que lidam com canais antigos que, já deixaram de funcionar, já que a propaganda de massa em veículos de massa vem perdendo seus efeitos e resultados nos ditos momentos de crise... 

Por exemplo, os comerciais de 30 segundos estão perdendo espaço cada vez mais...

Além do preço alto que se paga por uma inserção, na dúvida que o cliente assistiu  o anúncio, realmente,  no programa de TV ou ouviu na emissora de rádio. A crise, novamente; está rondando as emissoras de radiodifusão. Basta acompanhar o que vem acontecendo com as rádios Globo e Tupi, ambas com mais de 50 anos de mercado e alguns canais de TV...

Em suma, o cenário está mudando tanto para a turma das agências de propaganda, quanto para os veículos de comunicação.Todos precisam repensar seus modelos de comunicação com as inquestionáveis Tics - as tecnologias da informação e comunicação, que hoje estão dando  um "tic-tic" nervoso em todos os que mexem com a propaganda e vivem dela. 

O que há de novo, é que mais empresas estão descobrindo o potencial do Inbound Marketing,


O que seria Inbound Marketing ou Marketing de atração?

É uma uma forma de publicidade on-line na qual uma empresa se promove através de blogs, podcasts, vídeo, eBooks, newsletters, whitepapers, SEO e outras formas de marketing de conteúdo.

O conteúdo é a alma do negócio ! 
Antigamente dizíamos que a Propaganda é a alma do negócio. Os mais velhos se lembram deste mote.E a coisa mudou...

Agora junte a este cenário a necessidade das agência de propaganda tradicionais e digitais (ou híbridas) em bater metas com uma equipe enxuta e orçamento limitado. Dá para se notar que não está fácil para ninguém.

É preciso se reinventar o tempo todo e encontrar formas criativas de maximizar o alcance e a efetividade de cada investimento.

Uma das novas formas , é recorrer para uma ação a uma tática que, apesar do novo nome, já existe há muito tempo: o Co-Marketing.

Co-Marketing?

Bem, Co-Marketing de forma resumida, é uma das estratégias mais capazes de dar alavancagem de uma empresa no curto prazo e gerar muito mais Leads (as chances de vendas pela internet) sem qualquer investimento extra.

Como?
Como o nome sugere é um marketing compartilhado. Seria permuta de produtos ou serviços, antes que os mais antigos se exalte na leitura deste texto?

Não.

Basicamente, são duas empresas que têm um mesmo público como alvo, que alinhando seus interesses e esforços criam juntas, um impacto que não conseguiriam ter sozinhas através de conteúdo comum.

Por isso não é permuta, pois é sinergia: pura atração! 

Como atrair clientes em comum?

Podem ser feitas mensagens - posts, infográficos, eBooks (livros digitais) e muitas outras formas de interesse em conjunto. 

Por exemplo, pense, em  companhias aéreas e locadoras de veículos que se juntam para lançar guias turísticos de diversas cidades: e oferecê-los às pessoas pela web.  

Diferentemente, das permutas que foram muito utilizados no século passado, como por exemplo, assine a revista Veja e ganha uma passagem aérea, o cliente é atraído pelo conteúdo de interesse.

A tática do marketing de atração é de que os dois lados recebam esses contatos (os Leads que podem gerar negócios) e assim se beneficiem de uma divulgação combinada de interesses para as empresas e seus potenciais clientes.

É mais que criar anúncios criativos de 30 segundos para a TV e o Rádio. 

Já pensou nisto?