quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Coelhinho da Pilha Energizer dá vez ao Mickey


Um novo contrato celebrado entre

a Rayovak e a Disney promove o Mickey Mouse como novo mascote das futuras campanhas publicitárias de pilhas e baterias

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

TV na Telinha do Celular está chegando

Tem gente no Brasil produzindo programas especificamente para a telinha. Os vídeos ainda são caros e têm curta duração, mas o empenho e a qualidade de produção mostram que, se o controle remoto bobear, pode pedir aposentadoria. Afinal, os aparelhos de TV passarão da sala de estar para o bolso dos telespectadores.

O exemplo mais recente de programa para TV portátil no País é também o mais robusto. A novela Diário de Sofia, que estreou na semana passada distribuída apenas pela rede celular, experimenta linguagens e tem roteiro baseado na interação com o público. Uma adolescente de 16 anos vive seus dramas de colégio e namoro em três episódios semanais. No fim de cada um, usuários de celular escolhem entre dois finais propostos, nos moldes de Você Decide, programa que a TV Globo exibiu entre 1992 e 2000.

Diário de Sofia é, na verdade, um "mobisode", união dos termos "mobile" (celular, em português) e "episode" (capítulo), neologismo criado nos Estados Unidos na divulgação da série 24 Minutos para celulares, inspirada no sucesso televisivo 24 Horas. Funciona assim: usuários se conectam à rede wap da operadora (TIM, Vivo, Claro e Oi) e então acessam o portal de vídeos. Às segundas, quartas e sextas-feiras, novos episódios da novela entram no ar, divididos em quatro vídeos com total de 2 a 3 minutos de duração. O download de cada parte, dependendo do plano e da operadora, custa de R$ 2 a R$ 4, mais o valor pago pelo tráfego de dados. Após baixado, o telespectador pode guardar o vídeo na memória do aparelho e assistir quando quiser.

Mas R$ 10 por um episódio de 2 minutos, quase o preço de um ingresso de cinema em São Paulo, não é caro demais? "Se compararmos com outras mídias, é realmente caro. Mas perto dos demais vídeos distribuídos via wap, como clipes e trailers de filmes, é barato", afirma o diretor-executivo da Aitec Brasil, Luis Ochôa, empresa que produziu a série em 12 dias de filmagens em São Paulo e licenciou a marca Diário de Sofia no País. Antes, a novela já havia sido exibida em Portugal, Estados Unidos, Chile, Canadá, Alemanha e uma série de outros países.

A intenção da novela é seduzir o mesmo número de fãs que conseguiu mundo afora. Para isso, aposta na oferta de conteúdo multiplataforma, com vídeos e um blog na internet (http://www.diariodesofia.com.br), comunidade no Orkut, interação via celular e uma coluna mensal na revista feminina Atrevida. "O público-alvo, formado por adolescentes, só interage com algo se houver o efeito comunidade", diz Ochoa.

Na prática, mais que a adaptação do formato novela para a tela pequena, há por trás uma mudança de foco no que diz respeito a conteúdo para celulares. É olhar os aparelhos como suporte, como a mídia portátil final, caminho diferente do seguido até agora, no qual os equipamentos são vistos como ferramentas de produção por usuários amadores.

Desse jeito vai ficar difícil para o controle remoto, apesar de ele ter uma carta importante na manga. A TV digital estréia no Brasil no dia 2 de dezembro e tem como um dos trunfos oferecer conteúdo para... celular. Sim, a palavra é convergência.

As informações são do O Estado de S. Paulo/Link

terça-feira, 30 de outubro de 2007

TENHA CERTEZA QUE A Web 3.0 CHEGOU

A terceira onda reconhecida pelas redes sociais está chegando.

O propósito da primeira onda de 1995 (criação da Amazon) a 1999 (quando surgiu o Napster), onde os modelos de negócios vitoriosos na web (b2c, em especial), foi a formação dos grandes centros de atração de audiência.

Na segunda onda,desde de 2002, é a descentralização na distribuição de conteúdo digital. É importante frisar, que a interatividade provocou estragos que foram enormes e ainda estamos longe do fim – a conseqüência foi com a revolução dos negócios da indústria da música.

A inovação tem movido a comunicação entre usuários que se conectam, sem necessariamente envolver servidores centrais. Fazem de qualquer computador na rede um servidor de onde parte e de onde chega conteúdo digital de todo tipo, de simples mensagens de texto a CDs de música. Qualquer computador da rede tornava-se assim um centro de audiência natural.
Também os blogs se consolidaram, surgiram os fotologs. E mais que tudo: surgem então as ferramentas de redes sociais. São muitos os exemplos: friendster, linkedin, last.fm, delicious, orkut, digg e muitos outros.

Um exemplo, que deixará os programadores de rádio intrigados é o: " last.fm." (que quer dizer o último FM), uma rádio em rede onde os participantes ouvem e classificam livremente suas músicas preferidas, compartilhando na comunidade dicas e preferências (de playlists).
Percebe-se, que elege-se nesta terceira onda de rede sociais, digitais, é a virtude do conteúdo, a difusão, pela distribuição de audiências tribais, ou seja, conteúdos em profusão que interessam a poucos por vez, mas interessam muito.
Hoje, segundo Abel Reis, já se fala numa web 3.0, onde a idéia principal é a de software oferecido como serviço, pela própria rede, por grandes, médios, pequenos ou micro fornecedores, sob demanda e pago por uso transacional.