domingo, 4 de janeiro de 2015

2015 é o ano da Internet das Coisas

2015 é o ano da Internet das Coisas

Depois de os computadores se conectarem via web e de as pessoas fazerem das redes sociais a extensão de suas vidas, 2015 deve ser o ano que consolidará a chamada "internet das coisas" – termo criado para explicar a conversa entre máquinas, o que, na vida real, já permite que celulares comandem lavadoras de roupas e se conectem a carros, por exemplo.

O professor da Uerj e pesquisador do MIT Media Lab Ronaldo Lemos identifica em alguns acontecimentos recentes a construção da pista de decolagem para essa nova tendência.

Um deles é a compra da Nest pelo Google por US$ 3,2 bilhões. A empresa adquirida, aparentemente uma fabricante de termostatos inteligentes, entra em cheio nessa onda, pois os aparelhos criados por ela são todos "inteligentes", ou seja, se conectam a outros dispositivos para funcionar.

Outro fator é o interesse do governo chinês, que investe maciçamente na área. Por lá, já há lâmpadas integradas à internet e que "falam" com outros aparelhos, como TV e utensílios domésticos. "Isso vai começar a entrar na casa dos consumidores de forma silenciosa", diz Lemos.
Estímulo do governo

Por aqui, o caminho também vai sendo pavimentado por ações do governo. O BNDES já realizou seminários em que indicou ter linhas de investimento para a área e, em maio, desonerou aparelhos de internet M2M (máquina-a-máquina).

O nome pode parecer estranho, mas são essas conexões que ligam maquininhas de cartão de crédito, por exemplo. Até agosto, já eram 9,2 milhões de aparelhos M2M no país.
Lemos aponta os "smart grids" – redes inteligentes de transmissão e distribuição de energia – como um exemplo de que a internet das coisas já é realidade.

Essas redes já são implantadas por empresas como a CPFL, a fim de identificar escoadouros de energia e automatizar a cobrança dos consumidores.

"A expansão da banda larga muda o comportamento do consumidor, que pressiona por novos serviços. O cidadão fica 'inteligente', utiliza o Waze, apps para medir energia, e ele começa a esperar que, não só a cidade, mas empresas e órgãos públicos também utilizem esses sistemas para facilitar a vida dele", comenta André Gualda, especialista do ConsumerLab da Ericsson na América Latina.

Para ele, apesar de ser uma tendência forte, a "internet das coisas" caminhará mais rápido conforme avançar o uso da banda larga e a cobertura de celular de qualidade no Brasil. Lemos aposta que a internet rápida vai dominar as iniciativas públicas no ano, já que o país come poeira dos vizinhos Colômbia, Venezuela e Argentina. “O Brasil ficou para trás nessa discussão.”


Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2015/01/2015-e-o-ano-de-maquinas-falarem-com-maquinas-apostam-especialistas.html

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

As melhores práticas para o uso de Banners

As melhores práticas para o uso de Banners

Por: Jeffrey Graham
Tradução livre de Sérgio Duarte

Ao analisar o impacto da marca de 32 banners, com base em 32.000 pesquisas on-line, a Click Z  encontrou cinco atributos em anúncios da Internet que orientam a percepção da marca, a intenção de compra e a capacidade de se associar uma mensagem com um produto.

E aqui estão eles:

Banner desordenado
A equipe descobriu que um número excessivo de elementos criativos em um banner reduz a sua capacidade de aumentar a consciência da marca e a taxa de lembrança.
Em outras palavras, se a marca é um objetivo, é melhor manter um banner simples.

Tamanho da logo
Os resultados sugerem que, quanto maior o logotipo em um anúncio, o mais provável que o anúncio irá enviar uma mensagem clara aos consumidores.

Tamanho do Banner
Os  banners maiores causam mais impacto nos consumidores. É ideal o uso de banner maiores quando o objetivo é causar impacto.

Frequência.
Quanto mais vezes a gente vê um anúncio, o mais provável é ter um impacto. O número ideal parece mudar de acordo com a indústria e eficácia criativa, mas os resultados parecem indicar que uma frequência de cinco impressões por alvo é o mais eficiente.



Aparição da “cara” das pessoas
Curiosamente, os rostos das pessoas indicam pelas pesquisas, que um rosto em um banner aumentou o interesse das pessoas por um produto.
Embora o tamanho da amostra (de banners) é muito pequeno, este resultado é consistente com alguns estudos anteriores em publicidade offline, por exemplo.


Nota: No Brasil sabemos que a presença de crianças, animais, bichinhos e afins são muito eficientes na propaganda de massa

Ficou curioso com a ideia acima? Veja o exemplo exemplo do Seth Godin clicando aqui> http://www.sethgodin.com/sg/

domingo, 9 de novembro de 2014

O que é a Voz do Consumidor?

O que é a Voz do Consumidor?

Em um momento que a conectividade faz com que as empresas fiquem 7/24, ou seja, sete dias com 24 horas, interagindo com as pessoas na World Wide Web é importante ouvir a sabedoria disponível pela Voz do cliente ou “Voice of the customer” (VOC). 



VOC é uma terminologia usada na área de  negócios e tecnologia da informação para descrever em profundidade o  processo de captar expectativas, preferências e aversões de um cliente.

De maneira específica, a VOC é uma técnica de pesquisa de mercado que produz um conjunto detalhado do que um grupo de consumidores quer e precisa, organizando-se em uma estrutura hierárquica.

Assim, há prioridade acerca da importância relativa e satisfação com as alternativas atuais de consumo.

Esta técnica consistem de duas etapas: uma pesquisa qualitativa e outra quantitativa.

O VOC pode ser usado no lançamento de um produto, com também no processo ou iniciativa de design (desenho) de um serviço, e tem a finalidade de compreender os desejos e necessidades do cliente,

É um elemento de decisão na definição de um produto ou do desdobramento da análise de qualidade ou de especificações detalhadas de um projeto.

É importante lembrar, que existem outras formas de reunir informações sobre o consumidor como em pesquisas de grupo de foco (focus group), entrevistas individuais, pesquisa contextual, técnicas etnográficas, entre outras.


As métricas da técnica VOC são: 

      -     a credibilidade (com base no histórico de um empresa e produto);

-          a confiabilidade (com a aplicação do ciclo de vida do cliente e os múltiplos canais); a precisão (questionando-se a representatividade da base de clientes, onde se oberva uma margem aceitável de erro e os tamanho de amostra, se são realísticos);

-        a capacidade de ação (levar os clients a se tornar fiéis e a continuar comprando); e a habilidade de prever o futuro (baseado na satisfação dos clientes);


Se você deseja saber mais, acesse http://www.slideshare.net/sergioduarte1 e leia o primeiro capítulo de Ernam Roman.