segunda-feira, 24 de novembro de 2014

As melhores práticas para o uso de Banners

As melhores práticas para o uso de Banners

Por: Jeffrey Graham
Tradução livre de Sérgio Duarte

Ao analisar o impacto da marca de 32 banners, com base em 32.000 pesquisas on-line, a Click Z  encontrou cinco atributos em anúncios da Internet que orientam a percepção da marca, a intenção de compra e a capacidade de se associar uma mensagem com um produto.

E aqui estão eles:

Banner desordenado
A equipe descobriu que um número excessivo de elementos criativos em um banner reduz a sua capacidade de aumentar a consciência da marca e a taxa de lembrança.
Em outras palavras, se a marca é um objetivo, é melhor manter um banner simples.

Tamanho da logo
Os resultados sugerem que, quanto maior o logotipo em um anúncio, o mais provável que o anúncio irá enviar uma mensagem clara aos consumidores.

Tamanho do Banner
Os  banners maiores causam mais impacto nos consumidores. É ideal o uso de banner maiores quando o objetivo é causar impacto.

Frequência.
Quanto mais vezes a gente vê um anúncio, o mais provável é ter um impacto. O número ideal parece mudar de acordo com a indústria e eficácia criativa, mas os resultados parecem indicar que uma frequência de cinco impressões por alvo é o mais eficiente.



Aparição da “cara” das pessoas
Curiosamente, os rostos das pessoas indicam pelas pesquisas, que um rosto em um banner aumentou o interesse das pessoas por um produto.
Embora o tamanho da amostra (de banners) é muito pequeno, este resultado é consistente com alguns estudos anteriores em publicidade offline, por exemplo.


Nota: No Brasil sabemos que a presença de crianças, animais, bichinhos e afins são muito eficientes na propaganda de massa

Ficou curioso com a ideia acima? Veja o exemplo exemplo do Seth Godin clicando aqui> http://www.sethgodin.com/sg/

domingo, 9 de novembro de 2014

O que é a Voz do Consumidor?

O que é a Voz do Consumidor?

Em um momento que a conectividade faz com que as empresas fiquem 7/24, ou seja, sete dias com 24 horas, interagindo com as pessoas na World Wide Web é importante ouvir a sabedoria disponível pela Voz do cliente ou “Voice of the customer” (VOC). 



VOC é uma terminologia usada na área de  negócios e tecnologia da informação para descrever em profundidade o  processo de captar expectativas, preferências e aversões de um cliente.

De maneira específica, a VOC é uma técnica de pesquisa de mercado que produz um conjunto detalhado do que um grupo de consumidores quer e precisa, organizando-se em uma estrutura hierárquica.

Assim, há prioridade acerca da importância relativa e satisfação com as alternativas atuais de consumo.

Esta técnica consistem de duas etapas: uma pesquisa qualitativa e outra quantitativa.

O VOC pode ser usado no lançamento de um produto, com também no processo ou iniciativa de design (desenho) de um serviço, e tem a finalidade de compreender os desejos e necessidades do cliente,

É um elemento de decisão na definição de um produto ou do desdobramento da análise de qualidade ou de especificações detalhadas de um projeto.

É importante lembrar, que existem outras formas de reunir informações sobre o consumidor como em pesquisas de grupo de foco (focus group), entrevistas individuais, pesquisa contextual, técnicas etnográficas, entre outras.


As métricas da técnica VOC são: 

      -     a credibilidade (com base no histórico de um empresa e produto);

-          a confiabilidade (com a aplicação do ciclo de vida do cliente e os múltiplos canais); a precisão (questionando-se a representatividade da base de clientes, onde se oberva uma margem aceitável de erro e os tamanho de amostra, se são realísticos);

-        a capacidade de ação (levar os clients a se tornar fiéis e a continuar comprando); e a habilidade de prever o futuro (baseado na satisfação dos clientes);


Se você deseja saber mais, acesse http://www.slideshare.net/sergioduarte1 e leia o primeiro capítulo de Ernam Roman.

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

E- mail Marketing como fazer

E- mail Marketing como fazer

Um dos grandes papéis do Marketing Digital é criar oportunidades de negócio para o time de vendas, ou seja, gerar Leads qualificados através do site.

Para isso, um erro que muitas empresas cometem é contar apenas com os formulários das páginas de contato ou do seu produto/serviço nessa missão.

Há excelentes oportunidades de geração de Leads qualificados através do que chamamos de “conversão indireta“, que é basicamente através da oferta de algo que seja relevante e com valor diferenciado para o potencial cliente.

Em troca, ele fornece para a empresa suas informações de contato, permitindo assim que seja engajado em campanhas de nutrição de Leads e, dependendo do seu perfil, abordado por alguém da área comercial.


5 tipos de conteúdo que funcionam para geração de Leads:

- E-books
Como ferramenta de marketing servem como isca para geração de Leads, pois funcionam muito bem para promover uma empresa como referência e tem uma ótima viralização nas mídias sociais.
É o tipo de conteúdo rico.

Os eBooks são conteúdos mais densos e completos enquanto whitepapers são mais curtos e focados em algum aspecto específico do tema.

- Whitepapers
Por outro lado, apesar de não apresentar exatamente os mesmos benefícios, é produzido com muito menos esforços e já é o suficiente para as pessoas aceitarem trocar seu contato pelo conteúdo.

Pense nos whitepapers como posts um pouco mais extensos.
Uma boa dica é construir conteúdo na linha do “as 10 coisas que você precisa saber sobre …..”.

Vale ressaltar que, caso sua empresa invista em Google Adwords e hoje só possua ofertas de conversão direta (ex. pedido de orçamento, saiba mais, etc.), 

Criar um whitepaper e direcionar parte do tráfego para lá é provavelmente é a coisa mais rápida que você pode fazer para aumentar a geração de Leads mantendo o mesmo investimento.

- Webinars
Seminário através da Web. A palavra é um neologismo da combinação entre Web + Seminar.

O Webinar tem benefícios interessantes. Pelo uso da voz (e ocasionalmente até da imagem), os webinars acabam tendo um toque mais pessoal que aproxima mais o potencial cliente da empresa com uso de apresentações em Powerpoint (que são disponibilizadas para as pessoas que assitiram online o evento).

Além disso, é muito mais rápido preparar alguns slides e falar por cima deles do que escrever todo o conteúdo de um eBook.

-Templates
Se sua empresa tem algum modelo de documento – apresentação, planilha, etc. – que esteja relacionado ao seu negócio e pode auxiliar no dia-a-dia do seu cliente, fornecê-lo para download também é uma boa oportunidade para geração de Leads.

- Ferramentas
Essa isca é mais útil (ou viável) para empresas de tecnologia, que podem criar alguma ferramenta específica e oferecê-la de forma gratuita para seus potenciais clientes.

Pode servir não só para geração de Leads, mas também para ajudar no processo de conversão e venda para uma ferramenta paga, já que ajuda o usuário passa a ter um “gostinho” de como será a experiência com o produto completo.

Observações importantes

As iscas já ajudam muito, mas para maximizar os resultados é importante lembrar de três coisas:
O primeiro é preciso transmitir segurança para o visitante, pois os dados não serão utilizados indevidamente e mostrar que o conteúdo de fato vale a pena.

O outro item que deve ser lembrado é que não basta apenas gerar os Leads. É preciso manter o relacionamento com o potencial cliente até que ele esteja pronto para compra.

Em suma, é necessário um alinhamento entre as áreas de Marketing e Vendas. Para que a equipe de Vendas perceba que os Leads sejam gerados na maior quantidade e qualidade possível, já que a equipe de Marketing precisa que os Leads não sejam traduzidos como “spams”.

Adaptado de: 
5 tipos de iscas para geração de Leads por Andre Siqueira. 
Disponível em http://resultadosdigitais.com.br/blog/5-tipos-de-iscas-para-geracao-de-leads/