domingo, 8 de maio de 2022


Entenda como criar anúncios com melhor viewability
Fonte: Google

Historicamente, a publicidade só leva o viewability de um anúncio em conta quando o objetivo da campanha é construção de marca.

E, de fato, ele tem se provado uma métrica importante para isso - pesquisas mostram uma relação consistente entre tempo de visualização de um anúncio e aumento no reconhecimento e na consideração de uma marca.

O viewability - ou seja, o potencial de visibilidade - é uma métrica que avalia se um anúncio tem chance de ser visto por um usuário. 

Ela fornece aos profissionais de marketing informações sobre o número de vezes que os anúncios são realmente exibidos.

Por que isso é importante?

Um anúncio não conseguirá causar impacto, alterar uma percepção ou construir confiança na marca se não for visualizado.

A visibilidade ajuda os profissionais de marketing a entender o desempenho da campanha e permite que o investimento em publicidade seja alocado de acordo com a mídia mais relevante.

O viewability de anúncios do YouTube continua liderando o setor, independentemente se a meta for alcançar um público global ou local.

Os vídeos exibidos no YouTube têm uma taxa de viewability de 95%, tanto na web como nos aplicativos, um valor bem superior à taxa de 68% para os anúncios em vídeo mostrados em outros sites ou plataformas.



Apenas metade de todas as impressões terão chance de serem vistas se usarmos os anúncios da Rede de Display.

Embora esses números globais reflitam uma tendência mundial, as taxas de viewability variam de acordo com a região.

Vários fatores afetam o viewability de um anúncio em vídeo. 

Embora não seja possível alterar alguns deles, como região e setor, você pode seguir etapas específicas para garantir que seu anúncio tenha mais chances de ser visto. 

Veja a seguir algumas dicas a serem consideradas ao criar e posicionar seus anúncios em vídeo.

Além da mídia em que os consumidores visualizam o anúncio, o dispositivo também afeta o viewability.

Logo: - o  viewability dos anúncios em vídeo e da Rede de Display é bem maior em smartphones e tablets do que em computadores.

Embora os vídeos acima da dobra ("above the fold") tenham mais chances de serem vistos, o posicionamento do anúncio abaixo da dobra ("below the fold") não deve ser descartado.

Na verdade, 45% dos anúncios em vídeo abaixo da dobra são visíveis.





sábado, 7 de maio de 2022

Gillette. O corte com a masculinidade tóxica



Gillette. O corte com a masculinidade
Texto de Ângelo Fernande

A nova campanha da Gillette “We Believe: The Best Men Can Be” gerou controvérsia. 
O vídeo em questão aborda um conjunto de atitudes e comportamentos identificados como tóxicos, e começa por referir o movimento #MeToo juntamente com o rasgar, literal, do antigo slogan da marca “the best a man can get”, cunhado há 30 anos. 
Enquanto escrevo este texto, o vídeo tem 221 mil likes (gosto) e 591 mil dislikes (não gosto). 
Podemos dizer que há muita gente que não gostou da nova mensagem e fala-se até de um boicote à marca.

Antes de mais, quero deixar algo bem claro: não há nada de errado com a masculinidade. Nada. Este vídeo, da forma como o interpreto (e penso que a mensagem seja evidente) não é um ataque aos homens, nem almeja a destruição dos mesmos da face do planeta. 
A nova campanha da Gillette é um convite à reflexão sobre um conjunto de comportamentos e atitudes que são tóxicas e que limitam a educação e desenvolvimento dos rapazes. 
São valores que prejudicam os rapazes e raparigas, homens e mulheres. E se prejudicam, por que razão há tanta reação contestatória?
Porque falamos de atitudes que são socialmente aceites, que são reproduzidas de forma inconsciente e que foram sendo naturalizadas ao longo dos tempos.

A verdade é que este vídeo foca algo que não é novidade. Os rapazes continuam a ser educados com base na valorização de atos violentos, reforçando o uso da força nas suas relações, comportamentos de bullying, exclusão dos colegas que são diferentes ou que não são aceites dentro deste paradigma, e também na objetificação das mulheres e hipersexualização das mesmas. 
É isto que o vídeo aborda. Questiono-me se o que incomoda é o conteúdo do vídeo, ou se é o facto de ser uma marca conhecida a fazê-lo.
Estes comportamentos que referi anteriormente fazem parte da realidade dos homens, em especial dos homens que foram vítimas de violência sexual. 
Uma das razões pelos quais estes homens permanecem em silêncio vários anos e não procuram apoio deve-se à forma como são vistas e valorizadas as ideias tóxicas relacionadas com a masculinidade.

As ideias erradas de que um homem não pode chorar, que é fraco se foi vítima, que não é tão homem se não soube defender-se e não é de todo homem se não sabe resolver os seus problemas sozinho, continuam enraizadas na sociedade e são obstáculos à procura de apoio. 
Os sobreviventes de violência sexual que procuram os serviços da Quebrar o Silêncio referem isto e a literatura também: a visão tradicional da masculinidade não está a funcionar.

Concorde ou não que esta tenha sido um campanha de marketing para “viralizar” e tornar a Gillette pertinente ou mais visível, a verdade é que esta semana estamos a discutir o que são as masculinidades e os comportamentos tóxicos. 
Aproveito a frase final do vídeo “Porque os rapazes que vemos hoje serão os homens de amanhã” para questionar: não será este o terreno em comum, a ponte que nos une? 
É com esta frase que podemos partir para uma reflexão e construção saudável e produtiva. Enquanto educadores das gerações mais novas, quais são os valores que queremos valorizar?
Para assistir clique aqui > https://www.youtube.com/watch?v=koPmuEyP3a0

quarta-feira, 4 de maio de 2022

Criatividade, o que você acha sobre isso?

 

Criatividade, o que você acha sobre isso?

Autor: Eng. Marco Antonio Garcia Jorge

O tema criatividade merece grande atenção por parte de acadêmicos, profissionais, estudantes, enfim, por toda a sociedade. A criatividade é intrinsicamente humana, dependente da cognição e se desenvolve em contextos variados, que dificultam os pesquisadores determinarem regras específicas sobre seu processo de formação e expansão. A cognição é o ato ou processo de conhecer, que envolve atenção, percepção, memória, raciocínio, juízo de valor, imaginação, pensamento e linguagem, cuja origem refere-se normalmente a Platão e Aristóteles.

  

Outra questão que dificulta o entendimento de pesquisadores é que a criatividade é infinita. Enquanto houver pessoas, haverá espaço para criatividade. Enquanto houver sociabilização, haverá espaços criativos. A criatividade tem um significado tão vasto e aplica-se a tantas áreas que uma forma específica de perceber esse constructo se torna redutora do seu valor. Outros termos que se relacionam com a criatividade são: imaginação, motivação, coragem, valor, saber, originalidade, inovar, talento, criar algo novo, etc.

 Para os acadêmicos, todo ser humano possui criatividade, em diferentes níveis de habilidades. Para uns, é possível desenvolver o que chamam de potencial criativo, outros criaram uma taxonomia para classificar criatividade segundo o lugar de origem e a forma como se manifesta. Porém, nem sempre foi assim: na antiguidade, a criatividade era vista como dom divino, um "estado místico de receptividade de alguma mensagem de entidades divinas."

 

  Esse texto inicia com as definições para o constructo criatividade, apresenta as classificações mais comuns sobre o tema e exemplifica alguns campos de ação. A seguir, aborda a física da criatividade, uma alusão aos conceitos de força e potencial dos ensinamentos de física e complementa com o processo criativo. Ao final, tece as conclusões do autor.


 

Criatividade: definições

 

Algumas definições dos autores para o constructo criatividade, desenvolvidos nas últimas seis décadas:

 "Criatividade é o processo de mudança, de desenvolvimento, de evolução na organização da vida subjetiva", Ghiselin (1952)

  

"criatividade representa a emergência de algo único e original" (Anderson, 1965);

 "criatividade é o processo de tornar-se sensível a problemas, deficiências, lacunas no conhecimento, desarmonia; identificar a dificuldade, buscar soluções, formulando hipóteses a respeito das deficiências; testar e retestar estas hipóteses; e, finalmente, comunicar os resultados" (Torrance, 1965);

 "criatividade é o processo que resulta em um produto novo, que é aceito como útil, e/ou satisfatório por um número significativo de pessoas em algum ponto no tempo" (Stein, 1974);

 Segundo Flieger , "manipulamos símbolos ou objetos externos para produzir um evento incomum para nós ou para nosso meio". (Flieger, 1978);

"um produto ou resposta serão julgados como criativos na extensão em que a) são novos e apropriados, úteis ou de valor para uma tarefa e b) a tarefa é heurística e não algorística" (Amabile, 1983).

 A figura abaixo ilustra uma situação metafórica, onde a criatividade do homem se faz presente duas vezes: a primeira, pela invenção da lâmpada, pelo proeminente inventor Thomas Edison, que registrou 2.332 patentes; a segunda, pela própria invenção que simulando a criatividade da mente humana, está prestes a acender a si própria.

 

Criatividade: conteúdo e formas:

 A criatividade teve diferentes significados e conotações ao longo do tempo. Já foi considerada dom divino na idade média, mas também associada a loucura, onde as manifestações criativas eram tidas como um atos impensados, que serviriam de compensação aos desajustes e conflitos inconscientes da pessoa.

 

Pode-se classificá-la segundo o lugar de origem e a forma como se manifesta. Um exemplo de classificação por lugar de origem é a seguinte:

 

Criatividade individual: é a forma criativa expressa por um indivíduo;

 

Criatividade coletiva ou de grupo (equipe): forma criativa expressa por uma organização, equipe ou grupo. Surge geralmente da interação de um grupo com o seu exterior ou de interações dentro do próprio grupo e tem como objetivo principal otimizar ou criar produtos, serviços e processos.

 

Nas organizações modernas a "criatividade em equipe" é o caminho mais curto e mais rápido para modernização e atualização de seus diversos métodos de gestão e de produção. Quando transformada em produtos e serviços, isto é, quando a criatividade é posta em prática, podemos gerar as inovações. Larry Hirst (IBM) afirmou que a "Invenção é a transformação de dinheiro em ideias, inovação é a transformação de ideias em dinheiro". Inovação tem pois este carácter de concretização, que só assim poderá gerar criação de valor, comum às organizações com foco nos clientes. Para ele, o conceito de criatividade é aplicável no contexto pessoal, fora do contexto empresarial, onde o foco é a inovação.

 

A "Física" da Criatividade:

 

Pode-se definir forças de ação e reação para a criatividade, como uma metáfora que referencia a terceira lei de Newton:

 Forças de ação a favor da criatividade – motivação, espírito empreendedor, coragem, talento e vontade de criar algo novo são forças que atuam em prol da criatividade. Iniciativas que incentivam e elogiam as ações, que valorizam as iniciativas, também atuam como forças capacitadoras, isto é, forças de ação;

 Forças de reação contra a criatividade – barreiras emocionais, impedem as pessoas de usarem plenamente sua imaginação, especialmente, o medo de errar e parecer ridículo. Outra barreira natural é a necessidade de dedicação, de tornar-se expert, pois através da domínio da técnica é que as pessoas podem superar o domínio da arte e criar. O medo do novo, a manutenção de paradigmas e status quo são outras forças de reação.

 Para os autores Duailibi e Simonsen Jr., criatividade e inovação são indissociáveis, mas não sinônimos: a primeira, é a faísca; a segunda, a mistura gasosa que perdura e se realiza no tempo. A primeira, a descoberta e inspiração; a segunda, o trabalho e a transpiração.

 

 O potencial criativo pode ser visto como um conjunto de pessoas e contexto de grupo favoráveis a geração de ideias incentivados e motivados para solução de problemas:

 aprimorar conhecimentos e habilidades que permitam expandir o dom natural da pessoa ou do grupo;

 a criatividade pode ser vista como um processo em formação que depende de um contexto de grupo para se transformar em inovação.

 

O processo criativo:

 

Os autores definem fases para o desenvolvimento do processo criativo, a saber:

 Percepção do problema. É o primeiro passo no processo criativo e envolve o "sentir" do problema ou desafio. Normalmente, começa no indivíduo;

 Teorização do problema. Depois da observação do problema, o próximo passo é convertê-lo em um modelo mental (Senge, 1990) ou teórico;

 Considerar a solução. Este passo caracteriza-se geralmente pela súbita criação da solução; é o impacto do tipo "achei!". Muitos destes momentos surgem após o estudo exaustivo do problema;

 Produzir a solução. A última fase é converter a ideia mental em ideia prática, um modelo, por exemplo. É considerada a parte mais difícil, de pouca inspiração, mas muito trabalho, muita inspiração;

 Produzir a solução em equipe. Fase comum que ocorre nas empresas e organizações quando precisam, tanto diagnosticar ou superar um problema quanto otimizar ou inovar produtos, serviços e processos. Ancoram-se, para tal dinâmica, na conhecida técnica de tempestade de ideias (brainstorm).

 

 Conclusões:

 A importância da criatividade está no seu poder de ação, de uma pessoa para grupos e vice-versa. Os benefícios para a coletividade são incalculáveis: invenções, inovações, melhoria de vida e uma série de outras soluções que evoluíram ao longo dos tempos. Organizações inovadoras criam departamentos de Pesquisa e Desenvolvimento como forma de disponibilizar recursos para espaços onde o contexto seja aberto a criação. O próprio entendimento do homem em relação ao conceito, ao que é criatividade, evoluiu de uma ideia maluca para a solução do mundo nos tempos modernos. Ainda bem que seja assim!

 

Referências:

MASI, Domênico de. Criatividade e Grupos Criativos. Rio de Janeiro: Sextante, 2003.

SENGE, Peter. A quinta disciplina. Rio de Janeiro: Campus, 1990.

WIKIPEDIA, pt.wikipedia.org/wiki/Criatividade, acesso em 08-03-2012.

quarta-feira, 1 de abril de 2020

Confira 5 dicas para melhorar suas videochamadas


Confira 5 dicas para melhorar suas videochamadas


Alexa Schirtzinger / Google


Para muita gente, trabalhar em casa é uma realidade.

Dados mostram que quase 4 milhões de pessoas no Brasil trabalham no home office. Em paralelo a esse número, o vírus COVID-19 segue causando impacto em diversas comunidades.
Não foi diferente por aqui, sobretudo depois do primeiro caso da doença confirmado no país em fevereiro.

Desde então, empresas — principalmente em São Paulo — passaram a liberar seus funcionários para trabalhar de forma remota. Alguns exemplos: o BNDES e a XP Investimentos são grandes companhias que aderiram ao home office — o que surge como mais uma medida para evitar a disseminação do vírus.


Flexibilidade é fundamental na vida de pais que trabalham em casa.

Dica 1: Escolha o ambiente certo

Quando tenho que discutir um assunto complexo ou fazer um brainstorm, as videochamadas são mais eficientes do que conversar no chat ou por email.

É por meio de uma call que conheço melhor meus colegas de equipe que trabalham em outros países e em diferentes fusos horários. Mas quando estiver em uma ligação, observe o que está ao seu redor e não se esqueça de reparar no cenário ao fundo.

Escolha uma parede lisa e evite janelas abertas com muita iluminação.

E mais uma dica: se você estiver com laptop, apoie-o em uma superfície estável. Certa vez, fiz uma call com o laptop no meu colo e, ao final da chamada, o outro participante da reunião disse que o balanço sutil da tela era extremamente perturbador.

Dica 2: Convide qualquer pessoa a qualquer momento

Nem sempre a videochamada precisa ser agendada. Em uma longa conversa por email, por exemplo, é possível simplificar o trabalho agendando uma call com participantes da sua equipe e com parceiros externos também. 
O Hangouts Meet cria automaticamente códigos de ligação internacional para que as pessoas possam ligar para você de qualquer lugar do mundo. 

Além disso, você pode convidar pessoas por 3 caminhos diferentes: via Google Agenda, email ou telefone.

Dica 3: Está apresentando a reunião? Mostre apenas o que deseja mostrar

Você não ama aquele momento em que está compartilhando a sua tela e, de repente, todos da reunião estão lendo o seu mail?

Para evitar isso, compartilhe uma janela específica da sua videochamada.

Essa medida garante que você mostre apenas o que você deseja mostrar.

Dica 4: Quer ter a visão do todo? Mude o modo de exibição

Esse é um dos meus recursos favoritos do Meet: a possibilidade de alterar os modos de exibição da tela.
Por exemplo: se alguém estiver mostrando uma apresentação em slide e, ao mesmo tempo, estiver acontecendo uma discussão animada no escritório, você pode alterar o layout da tela para que somente as pessoas apareçam, e não a apresentação.

Dica 5: Seja verdadeiro

Todo mundo tem uma vida fora do trabalho.

Dependendo da cultura da sua empresa, pode ser bom mostrar um pouco da vida "real" ao seu redor, como deixar o seu filho acenar para a câmera ou fazer um breve almoço no meio da call naquele dia cheio de ligações.

Mostrar um pouco da sua rotina pode promover conexões mais verdadeiras com os colegas de trabalho e até criar empatia nas pessoas com que você tem que lidar.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

Como a Internet das Coisas (IoT) vai mudar nossas vidas?


Como a Internet das Coisas (IoT) vai mudar nossas vidas?

por Tiago Magnus

A internet das coisas já está sendo inserida em diversos setores, fazendo uma verdadeira revolução por onde passa. Escritórios inteligentes, fábricas, lojas, hospitais, existe solução de IoT para cada um desses locais.


Criador da IOT - saiba mais
no fim do artigo
Mas a verdade é que essa tecnologia está tendo um impacto ainda mais significativo no ambiente organizacional. Pequenas e grandes mudanças advindas da transformação digital criam locais de trabalho cada vez mais dinâmicos.

A previsão é de que até 2020, 200 bilhões de coisas estejam conectadas à internet. No ambiente corporativo, isso pode ser representado por máquinas que não necessitem da intervenção humana para funcionar. Já pensou?

E as mudanças não param por a. Veja como a IoT vai mudar nossas vidas!

Um breve panorama geral da Internet das Coisas (IoT)

Vamos tentar sintetizar de forma bem básica as principais áreas que fazem parte das nossas vidas. Que tal uma lista começando pelas necessidades básicas até as mais superficiais?

·         Saúde
·         Educação
·         Segurança
·         Infraestrutura
·         Recursos naturais
·         Locomoção
·         Trabalho
·         Cultura
·         Lazer
·         Entretenimento

Ao observarmos tudo o que nos cerca, principalmente do ponto de vista das coisas, é possível encaixá-las em alguma (ou mais de uma) dessas categorias. Portanto, fazendo um breve panorama sobre as coisas comuns da vida em sociedade que já estão sendo conectadas à internet, é possível localizar mudanças em cada um desses aspectos.

Veja alguns exemplos!

O mercado da Saúde está mudando por conta da transformação digital. Muitas empresas de TI já estão direcionando seus esforços para desenvolver sistemas que funcionam a base de sensores, os quais podem ser conectados a objetos, equipamentos e instrumentos médicos para coletar dados. Dentre esses dados, podemos destacar sinais vitais de pacientes, respostas a tratamentos, riscos associados ao ambiente hospitalar e instalações, etc. A IoT na área da saúde promete trazer mais qualidade aos serviços médicos, além de otimizar gastos e recursos.

Na educação não é diferente, com objetos e locais conectados dentro das escolas, os alunos podem obter informações importantes através de seus celulares, como a disponibilidade de um livro na biblioteca, acesso a laboratórios, horários de reuniões e até funções como comprar um lanche.

A Dell tem atuado em diferentes projetos nos mais variados setores. Edifícios e cidades inteligentes, produção industrial, telemedicina e, principalmente, inovações voltadas para negócios estão entre os focos de projetos e sistemas baseados em IoT.

Agora, vamos falar mais um pouco sobre as mudanças no ambiente de trabalho, afinal, é dentro de organizações que tudo começa.

Mudanças no ambiente de trabalho

Resgatando um termo utilizado lá no começo do texto, agora é a vez de comentarmos um pouco sobre o escritório inteligente. Poderíamos falar de fábricas também, pois as mudanças ocorrem em todos os níveis, mas vamos nos ater aqui a ambientes de trabalho mais administrativos/comerciais.

A tecnologia baseada em dados promete transformar as organizações. A grande questão de conectar objetos à rede é a possibilidade de interconexão entre eles, criando um ambiente de trabalho inteligente e funcional.

Impactos econômicos

A IoT no local de trabalho promete reduzir custos com energias, pois a tendência é que as empresas adotem sistemas de iluminação e climatização que liguem e desliguem automaticamente, com sensores inteligentes.

Além disso, a maneira pela qual os colaboradores utilizam o ambiente será monitorado a fim de controlar despesas e enxugar custos desnecessários. Essas mudanças são boas para as finanças e para o meio ambiente, criando negócios mais responsáveis do ponto de vista ambiental.

Melhorias na produtividade

Quando o assunto é produtividade, a IoT também promete alternativas mais eficientes.

A comunicação, que é um aspecto vital no dia a dia das empresas, será potencializada, uma vez que os funcionários terão acesso a um fluxo contínuo de dados, não sobrando espaço para falhas e esquecimentos.
Um impacto significativo da IoT é também na forma que esses dados serão recolhidos e utilizados para os negócios quando todas as ferramentas de trabalho estiverem conectadas entre si.

O uso de sensores e novos dispositivos por equipes de marketing e vendas para trabalhar com métricas e gerar insights promete transformar as ações de áreas estratégicas nos negócio como essas.
Transformar dados em informações relevantes já é uma prática que faz parte de empresas digitais.

Com a IoT, cria-se uma plataforma ainda mais robusta que servirá como base para decisões importantes e altamente compatíveis com o cenário externo, como a relação do consumidor com os produtos da empresa em si.
Finalmente, para encerrar a parte de benefícios no trabalho, o home office será cada vez mais adequado às necessidades de cada negócio e, com isso, mais popular.

Como se preparar para essa transformação

Muitas pessoas que estão à frente de negócios, de equipes ou que, simplesmente, fazem parte de uma empresa, têm dúvidas sobre como se preparar para toda essa transformação.

Uma resposta para isso é, primeiramente, não superestimando as mudanças mais próximas, nem subestimando as que ocorrerão a longo prazo. Quem dá esse conselho é apenas o Bill Gates.

Segundo ele, um erro comum é apostar tudo nas soluções mais próximas e não abrir espaço para uma evolução constante e voltada realmente para a inovação.

Reconhecer a natureza dinâmica das tecnologias da informação é um requisito básico para quem quer acompanhar a transformação digital sem correr o risco de estagnar na primeira alternativa que encontrar pela frente.

Portanto, é essencial aderir às soluções de IoT mais acessíveis, porém, para garantir um fluxo contínuo na era digital, é preciso ter uma visão para os próximos passos, pois a IoT também vai evoluir.

Para saber mais, leia o artigo do criador do termo Internet das Coisas, Mr. Kevin Ashton > https://www.rfidjournal.com/articles/view?4986<




terça-feira, 11 de fevereiro de 2020


Estudo aponta que ainda há divisão entre on e off



Pesquisa do Grupo de Mídia RJ com a Casa7 ouviu profissionais do Rio e de São Paulo; 89,4% dos entrevistados acham que área passa por mudanças que estão longe do fim.
Fonte: Meio & Mensagem

No ano em que completa 48 anos de atuação no mercado, o Grupo de Mídia do Rio de Janeiro investiu em um projeto para fazer uma radiografia da área, levantando também questões como relevância das agências, modelos de atuação e, principalmente, mudanças pelas quais passa a mídia em si.

Realizado pela entidade em parceria com o instituto Casa 7, o estudo foi desenvolvido em etapas qualitativa e quantitativa com profissionais seniores e juniores de empresas no Rio e em São Paulo. 

Os dados levantados mostraram que 89,4% dos participantes concordam que a área de mídia passa por um processo de mudança que está longe de acabar.

Grupo de Mídia do Rio mira o futuro e convoca mercado

“Começamos a pesquisa no tom de que a mídia perdeu espaço, mas concluímos que o profissional de mídia, se não for o mais importante, é um dos mais dentro de uma visão global da construção de planos integrados em que é fundamental entender a jornada do consumidor”, detalha Fátima Rendeiro, conselheira do Grupo de Mídia do Rio. 

Para ela, é papel das entidades espalhar sementes e trazer discussões como esta, levantando informações e conhecimento para serem compartilhados. “Há uma necessidade de uma consciência maior. Nós temos sim a responsabilidade pelo que está acontecendo”, fala.

O estudo mostrou que a sensação é de que o mercado ainda é repartido entre as áreas on e off com movimentos recentes de integração: 69,2% dos entrevistados acreditam que as agências estão começando a fazer o processo de integração, enquanto 17,3% consideram que ainda são divididas e apenas 10,6% veem o mercado totalmente integrado. 

Por sua vez, 85,6% dos profissionais ouvidos disseram que é preciso uma mudança radical de mindset sobre o papel da área e 68,3% veem os clientes como as verdadeiras alavancas dessa transição.

O que esperar do novo profissional de mídia?

O perfil do novo profissional de mídia, em meio a um cenário de transformação, também foi abordado. 

Para 70% dos participantes, hoje está profissional é híbrido, o que não quer dizer que tenha que ser especialista em todas as áreas técnicas.

Entre os entrevistados, 91,4% concordam que o profissional de mídia precisa ser cada vez mais multidisciplinar para que possa ser relevante no cenário atual. “A capacitação, vista como despesa e não investimento, tem de ser obrigatoriedade. Não se pode descartar profissionais que tem senioridade, experiência, e conseguem trazer inputs muito importantes porque não dominam plataformas tecnológicas que mudam em seis meses”, observa Fátima. 

Em sua visão, é essencial ar condições a este profissional de se atualizar.

O estudo mostrou ainda que, para 72% dos entrevistados este profissional precisa ter um perfil mais analítico e crítico e menos burocrático; 64% avaliam que ele precisa ser um bom negociador no contexto dos projetos e 64% disseram que eles necessitam estar articulados dentro da própria agência. 

“Transitando bem entre áreas, tomando à frente a operação, entendendo o que cada um no time está fazendo. É algo maior que liderança pois os processos são colaborativos”, pontua a conselheira do Grupo de Mídia do Rio.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

Como as novas gerações consomem notícias



Como as novas gerações consomem notícias

Fonte: Meio & Mensagem

As novas gerações consomem informações jornalísticas pelo celular, preferencialmente pelas redes sociais e não está disposta a pagar para ter acesso a conteúdo informativo.



Esses são alguns dos principais dados extraídos da pesquisa “A próxima fronteira da mídia”, realizada pela Comscore para mapear as diferenças dos hábitos de consumo entre as gerações X (pessoas de 40 a 60 anos), millennial ou Y (pessoas de 25 a 40 anos) e Z (pessoas com menos de 25 anos).

Um dos principais movimentos que a pesquisa detectou é a troca do desktop para o mobile na hora de consumir notícias.
Essa migração já é superior a 50% para o consumo da maioria dos diferentes segmentos de notícias (esportes, entretenimento, política, etc).

A pesquisa também apontou que a maior parte dos jovens da geração Z (66%) tende a ler as notícias de forma rápida e superficial.
O comportamento é bem diferente da geração X, em que a maioria (53%) gosta de se dedicar mais à leitura para compreender todo o conteúdo, sobretudo em relação às notícias de caráter global, nacional e regional.

Embora sejam mais adeptos ao uso do celular e consumo de novas mídias, as novas gerações ainda confiam na TV como uma fonte de consumo de conteúdo jornalístico. Cerca de 80% da geração Z, por exemplo, declarou que acompanha os telejornais matinais. Entre os millennials, esse índice é de 77% e, na geração X, de 79%.

Outro ponto da pesquisa interessante para os produtores de conteúdo é a baixa disposição dos jovens em, espontaneamente, pagar para ter acesso a um conteúdo informativo premium.

As três gerações, a maioria das pessoas é contra pagar para acessar conteúdos: (85% na geração Z; 82% entre os millennials e 87% na geração X).

A disposição em pagar, no entanto, começa a aparecer quando essas pessoas identificam que aquele conteúdo irá trazer informações muito relevantes ou, então, irá proporcionar entretenimento. Entre os conteúdos considerados relevantes por boa parte dos pesquisados estão o New York Times, The Wall Street Journal, Business Insider, Netflix e Spotify.

A maior diferença entre as três gerações foi observada em relação ao uso das redes sociais para consumir conteúdo informativo. A geração Z é a única em que a maioria das pessoas (55%) usa as redes sociais (Facebook, Twitter, etc) como principal fonte de informação. Já entre os millennials, o índice é de 40%.

A geração que menos usa as redes sociais como primeira fonte de consulta de informação é a X (apenas 25% declararam o hábito).

quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

Como otimizar o orçamento de rastreamento do seu site


Como otimizar o orçamento de rastreamento 

do seu site


Tradução livre de Sérgio Duarte (fonte: Suganthan Mohanadasan)

O orçamento de rastreamento é um conceito-chave para profissionais de SEO (de motores de busca), pois o gerenciamento incorreto do orçamento de rastreamento do site pode levar o Google a não indexar as páginas do seu site e, finalmente, a perder tráfego valioso de pesquisa.



A melhor forma de aperfeiçoar o orçamento de rastreamento do seu site é começar em melhorar a velocidade e simplificar a estrutura para ajudar os usuários e o Googlebot (robô indexador usado pelo Google para indexar páginas e documentos)

Embora a maioria dos sites não precise se preocupar com o orçamento de rastreamento, se você administra um site com mais de 500 mil páginas, precisa se concentrar na otimização do seu orçamento de rastreamento do site.

Algumas coisas que podem afetar o orçamento de rastreamento do site são:

- Conteúdo duplicado no local
- Páginas de erro suave
- Conteúdo de baixa qualidade e spam
- Navegações facetadas e parâmetros de URL
-e páginas invadidas.

Para resolver estes problemas:

i)       Trabalhe nos links internos, corrija problemas de conteúdo duplicado e remova cadeias de redirecionamento;

ii)          Melhore a velocidade do site, pois o  Google afirma que “tornar um site mais rápido melhora a experiência dos usuários e, ao mesmo tempo, aumenta a taxa de rastreamento.” Portanto, habilite a compactação, remova JS de bloqueio de renderização (com o pessoal do JavaScript), aproveite o cachê do navegador e otimize imagens para dar ao Googlebot tempo para visitar e indexar todas as suas páginas;

iii)      Simplifique a arquitetura do site. 
       Estruture o site camada por camada, começando com a página inicial,depois categorias / tags e, finalmente, as páginas de conteúdo. Revise a estrutura do site, organize páginas em torno de tópicos e use links internos para orientar os rastreadores;

iv)  Remova as cadeias de redirecionamento. 

       Redirecionamentos, especialmente em sites massivos, são muito comuns. Porém, redirecionamentos com mais de três saltos podem criar problemas para o Googlebot. Use um analisador de log para encontrar redirecionamentos e corrigi-los apontando o primeiro URL para o último na cadeia; 

v)             Use links internos. 

           O Google prioriza páginas com muitos links externos e internos, mas não é possível obter backlinks para todas as páginas do site. Com links internos adequados, o Googlebot pode acessar todas as páginas do site.

Se você estiver lidando com um site massivo (uma grande marca de comércio eletrônico, por exemplo), o orçamento de rastreamento será algo importante a ser lembrado.



quinta-feira, 9 de maio de 2019

Campanha mobile é a chave para o marketing atual


Campanha mobile é a chave para o marketing atual
Por Francesco Simeone

O grande diferencial é que, hoje, as pessoas estão em movimento o tempo todo e, com os dados que a geolocalização disponibiliza, é possível impactar no momento correto, no canal que elas mais se comunicam: os celulares.

Com a velocidade em que os dispositivos móveis estão se inserindo na vida das pessoas, as empresas devem começar a se concentrar em estratégias para a mudança do mercado e a revolução do marketing nesse novo canal que irá gerar impactos gigantescos para as marcas.

Hoje, se uma marca quer estabelecer uma conexão com seu cliente é essencial ter uma estratégia específica para o mobile.

Para isso, as marcas devem se concentrar em criar campanhas bem-contextualizadas, geolocalizadas, entregando no momento certo para ter o retorno desejável e criar uma empatia entre o usuário e a marca.

Concentre-se na geolocalização

Enquanto muitas empresas pensam no quesito volume de suas campanhas, e ter um recall maior da marca, o que as pessoas buscam é ser impactadas pelo que estão buscando no momento certo.

Nesse sentido, conhecer a geolocalização do usuário em tempo real, ajuda as marcas a se comunicarem melhor e no momento certo com seu usuário.

Se é possível saber quando uma pessoa passa perto de uma loja, por que mostrar para ele uma promoção três horas depois de ter passado, certo?

Conhecer o perfil dos locais que o usuário frequenta ajuda a entender melhor seu comportamento.

Assim, se uma pessoa é impactada por uma campanha na hora do almoço, andando por onde trabalha ou mora, com um anúncio de desconto em um restaurante que ela goste, a taxa de conversão e atração é muito maior. Assim, a campanha torna-se o que torna mais assertiva para uma marca.

Navegando ou não

A história dos meios de comunicação de massa, particularmente da TV, ensinou que, na lógica da publicidade, o usuário deve estar inserido em determinado meio para poder afetá-lo.

Mas, isto mudou drasticamente com os dispositivos móveis.

Em um recente estudo do IDC (Informação de Consulta Dinâmica), 76% das pessoas mantém seu telefone a menos de dois metros de si mesmo quase todo o tempo em que estão acordados.

Os formatos mais tradicionais de mídia mobile, como display, rich media e vídeo, ainda são altamente eficazes na geração de reconhecimento de marca e interação, mas para chegar a um desses anúncios, o usuário deve-se estar navegando em um site ou aplicativo.

Porém, o grande diferencial é que, hoje, as pessoas estão em movimento o tempo todo e, com os dados que a geolocalização disponibiliza, é possível impactar no momento correto, no canal que elas mais se comunicam: os celulares.

Neste contexto, com as geocoordenadas, ou seja, locais que o usuário frequenta, podemos enviar notificações e mensagens de texto ou multimídia em formatos de sucesso comprovado, mas impactando na hora certa.

A melhor forma de transformar a publicidade num serviço para a pessoa é também facilitar o acesso a ela.

Conheça os clientes

Dados demográficos (idade e sexo) e respectivos interesses (com base nos sites visitados) são importantes, mas não definem uma pessoa em si.

Portanto, através dos aplicativos, pode-se conhecer especificamente os potenciais clientes, com o objetivo de adaptar os anúncios para o que eles procuram ou precisam de forma mais precisa.

A informação que o ID de cada dispositivo fornece também pode ser muito útil. É um número único com o qual é possível saber quais aplicativos o usuário usa, que tipo de conteúdo consome ou produtos ele compra.

Se somarmos a tudo isso a geolocalização e os sites que o usuário visita, podemos transformar uma simples comunicação em um benefício para o usuário. Ou seja, a contextualização é importantíssima, pois a comunicação não pode ser a mesma para alguém que tenha um telefone pré-pago e uma com plano de pós-pago.

A chave é entender que ambos podem ser clientes, mas se personalizarmos nossa oferta para cada um deles podemos aumentar a conversão para as marcas.

Tradicionalmente, a sensação gerada pela palavra publicidade para as pessoas é negativa.

Mas a mobilidade, tanto em relação aos dispositivos quanto em relação às campanhas direcionadas, oferece a oportunidade de mudar essa percepção, transformando a publicidade em um serviço para o usuário.



terça-feira, 2 de abril de 2019

Campanha mobile é a chave para o marketing atual

Campanha mobile é a chave para o marketing atual
Por Francesco Simeone 


O grande diferencial é que, hoje, as pessoas estão em movimento o tempo todo e, com os dados que a geolocalização disponibiliza, é possível impactar no momento correto, no canal que elas mais se comunicam: os celulares. 

Com a velocidade em que os dispositivos móveis estão se inserindo na vida das pessoas, as empresas devem começar a se concentrar em estratégias para a mudança do mercado e a revolução do marketing nesse novo canal que irá gerar impactos gigantescos para as marcas. 

Hoje, se uma marca quer estabelecer uma conexão com seu cliente é essencial ter uma estratégia específica para o mobile.

Para isso, as marcas devem se concentrar em criar campanhas bem-contextualizadas, geolocalizadas, entregando no momento certo para ter o retorno desejável e criar uma empatia entre o usuário e a marca.

Concentre-se na geolocalização


Enquanto muitas empresas pensam no quesito volume de suas campanhas, e ter um recall maior da marca, o que as pessoas buscam é ser impactadas pelo que estão buscando no momento certo.

Nesse sentido, conhecer a geolocalização do usuário em tempo real, ajuda as marcas a se comunicarem melhor e no momento certo com seu usuário. 

Se é possível saber quando uma pessoa passa perto de uma loja, por que mostrar para ele uma promoção três horas depois de ter passado, certo?

Conhecer o perfil dos locais que o usuário frequenta ajuda a entender melhor seu comportamento. 

Assim, se uma pessoa é impactada por uma campanha na hora do almoço, andando por onde trabalha ou mora, com um anúncio de desconto em um restaurante que ela goste, a taxa de conversão e atração é muito maior. Assim, a campanha torna-se o que torna mais assertiva para uma marca.


Navegando ou não

A história dos meios de comunicação de massa, particularmente da TV, ensinou que, na lógica da publicidade, o usuário deve estar inserido em determinado meio para poder afetá-lo. 

Mas, isto mudou drasticamente com os dispositivos móveis. 

Em um recente estudo do IDC (Informação de Consulta Dinâmica), 76% das pessoas mantém seu telefone a menos de dois metros de si mesmo quase todo o tempo em que estão acordados.

Os formatos mais tradicionais de mídia mobile, como displayrich media e vídeo, ainda são altamente eficazes na geração de reconhecimento de marca e interação, mas para chegar a um desses anúncios, o usuário deve-se estar navegando em um site ou aplicativo.

Porém, o grande diferencial é que, hoje, as pessoas estão em movimento o tempo todo e, com os dados que a geolocalização disponibiliza, é possível impactar no momento correto, no canal que elas mais se comunicam: os celulares.

Neste contexto, com as geocoordenadas, ou seja, locais que o usuário frequenta, podemos enviar notificações e mensagens de texto ou multimídia em formatos de sucesso comprovado, mas impactando na hora certa. 

A melhor forma de transformar a publicidade num serviço para a pessoa é também facilitar o acesso a ela.

Conheça os clientes

Dados demográficos (idade e sexo) e respectivos interesses (com base nos sites visitados) são importantes, mas não definem uma pessoa em si. 



Portanto, através dos aplicativos, pode-se conhecer especificamente os potenciais clientes, com o objetivo de adaptar os anúncios para o que eles procuram ou precisam de forma mais precisa.

segunda-feira, 18 de março de 2019

O RITMO FRENÉTICO DA INTERNET EM 60 SEGUNDOS

A internet é um lugar esmagador.

Há simplesmente muita coisa acontecendo, o tempo todo.

E agora, finalmente, temos em infográfico que tenta representar visualmente o que é estar on-line. Aqui está o que acontece na média de 60 segundos nas principais plataformas online, e tire as suas conclusões:


Viu o que aconteceu durante a leitura do círculo acima?

sexta-feira, 1 de março de 2019

As 5 tendências digitais para 2019



As 5 tendências digitais para 2019

Antes de apresentarmos as tendências digitais observadas pela empresa Euromonitor Internacional, segue o comportamento de compra através dos aparelhos de celular; e peço ao leitor (caso seja meu aluno) a observar o Brasil, que é um mercado a ser explorado na WEB.


Segue o texto com as tendências

“O aumento da conectividade, combinado com os avanços tecnológicos, modificaram as expectativas dos consumidores, reduziram as barreiras de entrada de novas empresas e impulsionaram novas iniciativas fundamentalmente digitais”, comenta Michelle Evans, líder da pesquisa de Consumidor Digital da Euromonitor International.

1.       Bem-estar digital
Segundo dados da consultoria, pela primeira vez na história, mais da metade da população terá acesso à internet. Contudo, os consumidores estão buscando equilíbrio no tempo que gastam online e off-line, selecionando mais cuidadosamente as atividades digitais.

2.       Pontos de venda autônomos
Em 2019, os pontos de venda autônomos continuarão ganhando força à medida que as empresas investem nessa tecnologia para entrar em novos canais e desenvolver modelos de negócios inovadores.

3.       Serviços de voz
Em 2018, o comércio por voz representou somente 1% das compras digitais realizadas nos Estados Unidos e deverá representar em torno de 5% até 2023, segundo dados da consultoria. Com os dispositivos habilitados com serviços voz se tornando cada vez mais comum, as empresas devem se preparar para integrar essas funções nas estratégias de negócios.

4.       Experiências comandas pelo cliente
Melhorar a jornada de compra o cliente é a principal preocupação das empresas neste ano, de acordo com a pesquisa Digital Consumer Insights da Euromonitor International. A tecnologia ajudará as empresas a oferecer aos seus clientes interações personalizadas, colocando-os no controle de sua experiência de compra.

5.       Expansão dos supperapps
Super apps são aplicativos que combinam vários recursos em uma única plataforma e estão ganhando popularidade globalmente, à medida que consumidores e empresas adotam a multifuncionalidade.

Fonte:https://www.proxxima.com.br