quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Como escrever na Internet

O que é Webwriting?



A prática de Webwriting consiste em desenvolver conteúdo de interesse online.

Ao contrário do que muitos pensam não se resume só a criar textos para blogs ou sites com o intuito de promover palavras-chaves em motores de busca como o Google.

Podemos considerar também os vídeos e imagens como técnicas de webwriting.

O sucesso de um site ou de um blog no Google se resume na qualidade do conteúdo.

Não adianta você escrever qualquer coisa sobre um produto que o site será um sucesso, muito pelo contrário, a qualidade do conteúdo é talvez o fator mais importante para promover o sítio de forma correta nos buscadores.

Para empresas que desejem realizar um projeto de otimização do site para a busca orgânica do Google é imprescindível o uso de webwriters para gerar conteúdo de interesse para os usuários e também para manter o site com conteúdo atualizado no mínimo uma vez por mês.

Conheça as dicas de como desenvolver textos de qualidade que se encaixem nos padrões do Google e que, acima de tudo, satisfaçam os seus seguidores.

1- Não exagerar ao adicionar palavras-chaves (exatas) na página.

Embora os motores de busca estejam procurando correspondência de palavras para posicionar o site, eles também se preocupam com a relevância do texto para o usuário;

2- Não perder o balanço.

Escrever para otimização não é só escrever para o motor de busca, mas sim para o usuário também.

Como alcançar esse balanço?

Deve-se usar as palavras-chaves exatas para que o robô encontre a página, mas também temos que nos preocupar em não deixar o texto maçante para o usuário, não adianta estar na 1ª página e quando o usuário ler o conteúdo considerá-lo chato e repetitivo... 

3- Não sacrifique o fluxo do texto por números.

O texto deve fluir e mostrar interesse para que o usuário queira comprar o produto, logo se você força o uso das palavras-chaves a cada parágrafo você perde em qualidade de texto;

4- Não use palavras chaves que não pertençam aos serviços realizados.

Se o site é sobre vestido para casamento, não tente forçar o uso de palavras como recepção de casamento a não ser que a mesma faça parte dos serviços prestados, mesmo que você consiga bons resultados nos buscadores fazendo isso.

Quando o usuário entrar no seu site e notar que nada tem a ver com o ele está procurando, ele sai na mesma hora e isso leva a uma porcentagem de relevância muita baixa;

5- Não use palavras corretas e... incorretas na mesma página.

O uso de palavras incorretas no texto embora possa trazer resultados relevantes perante os motores de busca, apresenta a sua página de forma muito amadora e em muitas situações afeta como a empresa é vista pelo o usuário, o conteúdo deve ser escrito com boa ortografia;

6- Não use sempre a palavra chave do mesmo jeito.

Existem vários meios de utilizar as palavras-chaves no texto, mas sempre colocá-las de forma exata não é o mais correto, você pode variar usando correspondência de palavras e seus sinônimos, o que colabora também para que o texto não se torne muito repetitivo;

7- Não use todas as palavras chaves numa única página.

Muitos sites usam diversas palavras-chaves, logo o uso de todas elas ou a maior parte delas num só texto pode torná-lo muito cansativo, faça uma variação natural.

8- Não repita em excesso a palavras-chave.

Durante o desenvolvimento do conteúdo do texto você deve usar a palavra-chave no começo para que o motor de busca o encontre, mas tente usar seus sinônimos e partes da palavra-chave ou frase chave,

ex: “Papel de parede infantil” você pode usar num parágrafo “papel” em outro parágrafo “parede”, gerando assim uma repetição natural. Use os sinônimos das palavras.

Resumindo, as palavras-chaves são tudo! A propaganda mudou... A redação publicitária também.

sábado, 21 de outubro de 2017

Quem mexeu no meu queijo?

Quem mexeu no meu queijo?



O queijo Polenguinho foi vítima de vários comentários em uma acusação de difundir a ‘ideologia de gênero’. 

Em suas campanhas , o queijinho vem usando imagens publicitárias utilizando capas de discos clássicos de bandas de rock de todos os tempos. 

Isto nos faz lembrar as geniais campanhas do Hortifruit do Rio de Janeiro que amiúde correlaciona temáticas de filmes do cinema mundial as suas frutas.


Em uma peça de comunicação  utilizando a capa do disco lendário - The Dark Side of The Moon do Pink Floyd , o Polenguinho surge em um feixe de luz que é repartido após passar por um prisma, se dividindo no espectro das cores do álbum clássico do Rock lançado em 1973.


A publicidade recebeu comentários preconceituosos e homofóbicos nas redes sociais com críticas do movimento LGBT do inglês Lesbian, gay, bisexual, transgender (Lésbica, homossexual, bissexual e transgênico).

Acredite se quiseres...

Leia a resposta da Polenghi para seus críticos:

“ Nossa equipe criativa teve como inspiração a capa do álbum “The Dark Side of The Moon”, da banda Pink Floyd, para “brincar” com o conceito de fominha, tão utilizado quando o assunto é Polenguinho.

Prezamos pela paz, pelo respeito e pela igualdade em nossa comunidade aqui.

Embora não tenhamos feito alusão ao movimento LGBT, temos máximo respeito pela causa.


Contamos com todos que adoram o queijinho mais querido do Brasil desde mil novecentos e bolinha para fomentar uma comunicação afetuosa e fluída por aqui! 

Obrigado”.

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

MaxiMidia 2017 - Negócios das agências em debate

MaxiMidia 2017 - Negócios das agências em debate

O modelo de negócios das agências, a concorrência com as consultorias, a transformação digital e as diferentes formas de remuneração foram os temas centrais do debate que reuniu os presidentes do Grupo Newcomm, Marcos Quintela, da Dentsu Aegis Network, Abel Reis, e do Grupo Ogilvy, Fernando Musa, no MaxiMidia2017.


Leia um resumo do encontro. 

A criatividade

A crescente expansão das consultorias, inclusive com a formação de áreas criativas nessas empresas ou mesmo de aquisições, é rebatida, pelas agências, pela criatividade.

- “A criatividade é uma cultura. Você vive isso no dia a dia. A criatividade vem de hábitos que você cultiva há muito tempo, da atração de talentos.

- “A criatividade não é um diferencial pequeno”, afirmou o presidente do Grupo Ogilvy, Fernando Musa. “Não podemos banalizar nosso valor.

A indústria da comunicação precisa desse valor e tem que entender que é, sim, um diferencial. É o coração do nosso negócio. Que é a medida mais tangível e mais intangível, simultaneamente”, diz Musa.

O executivo rechaça o debate que se lança para o “lado maçante que é a comoditização do nosso negócio. Que não é uma commodity”, refuta.

O presidente do Grupo Newcomm, Marcos Quintela, concorda: “A criatividade é cultural, não dá para mudar isso do dia para a noite. O planejamento da marca e para onde ela vai, isso é a cultura da propaganda


Sobre o modelo de remuneração

Uma questão que tem sido colocada em debate é o modelo de remuneração das agências.

- “O importante não é se o anunciante não é um grande comprador de mídia ou só faz branded content, e sim que valorize o trabalho feito”, diz Quintela.

- “Ser reconhecido pelo valor que agrega, e não por uma taxa de propaganda”.
Os diretores e vice-presidentes de marketing sabem o quanto custam os profissionais e o trabalho das agências.

- “A remuneração sempre será polêmica”.

No passado, tínhamos dois ou três modelos de remuneração. Agora, temos 15 modelos. E qual é a realidade do mercado? Às vezes, dá para ter referência pagando remuneração por mídia, às vezes, não”, avalia o presidente do Grupo Newcomm.

Para Musa, do Grupo Ogilvy, o mercado brasileiro sempre conversou e se autorregulamentou. “O anunciante, a agência e o veículo.

Revolução tecnológica

O processo de evolução tecnológica gerou a transformação digital das marcas, seus produtos e serviços e, certamente, da forma como se comunica com os consumidores.

Esse também foi um dos pontos debatidos pelos executivos da Dentsu, Ogilvy e Newcomm. “A revolução tecnológica acontece na vida”, lembra Musa, da Ogilvy.

- “Para a marca, a relação com as pessoas acontece de diferentes formas. O nosso trabalho é fazer com que a marca importe para a pessoa. Porque o mundo não é mais uma zona de conforto. Temos que abraçar essa revolução e seguir juntos. Todos – anunciante, veículo e agência – estão juntos nisso.


A grande transformação, para Abel Reis, da Dentsu, é a convergência entre inspiração e transação. 

Fonte: Meio e Mensagem